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Maria Mãe da humanidade
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4 år

Nossa Senhora de Madhu

Por Deiber Nunes Martins

O santuário dedicado a Nossa Senhora de Madhu está localizado à região norte do Sri Lanka. Com mais de 450 anos, esta devoção teve seu destaque maior durante o período de guerra civil enfrentado pelo Sri Lanka, antigo Ceilão.
A Virgem Maria então surgiu àquele povo sofrido, como um fio de esperança diante da tirania do governo. Trazida pelos missionários portugueses a imagem de Nossa Senhora do Bom Conselho reunia diante de si milhares de devotos e proporcionava um momento de reconciliação e paz entre os povos.
No entanto, a paz não caminha sem a guerra. Visando interromper a expansão portuguesa em seus territórios o rei Jaffna, do Ceilão, nome antigo do Sri Lanka, mandou exterminar todos os cristãos da ilha. Foram mortos mais de 600 cristãos, por volta do ano de 1544. Os que conseguiram escapar, esconderam-se no mato e ali fizeram um pequeno lugar de oração, onde depositaram a imagem de Nossa Senhora.
Algum tempo depois, uma nova perseguição foi feita contra os católicos. Por volta do ano de 1656, calvinistas vindos da Holanda, iniciaram uma terrível perseguição contra os cristãos católicos, que durou por cerca de 14 anos. Fugindo da morte, os católicos se esconderam em Maruthamadhu, onde mais tarde construíram um santuário a Nossa Senhora. Em 1687, São José Vaz, vindo de Goa, impulsionou no Sri Lanka a retomada do catolicismo. E a cidade de Madhu, tornou-se um centro de peregrinações.Em 1924, o Papa Pio XI coroou a imagem de Nossa Senhora de Madhu, num gesto de reconhecimento da Igreja por sua proteção ao povo do Sri Lanka. No final do século passado, de 1983 a 2009, o país sofreu novamente o flagelo de uma guerra civil. Mas a região de Madhu tornou-se uma região desmilitarizada, onde peregrinos poderiam visitar e se instalar, fugindo dos horrores da guerra.
As negociações de paz foram travadas e pela intercessão de Nossa Senhora, a guerra deu lugar a paz. Por conta disso, o Papa Francisco ao visitar o Santuário de Nossa Senhora de Madhu em 2015, disse que Maria guia o Sri Lanka para uma plena reconciliação dos povos. Não é a toa que todos os anos peregrinam ao santuário, católicos, hindus e muçulmanos. Nossa Senhora de Madhu é considerada a conselheira da paz.
OREMOS:
Nossa Senhora de Madhu, olhai pelo povo cristão. Afastai de nós a intolerância e o egoísmo, para que possamos em tudo dar graças ao Senhor e servir a Ele com harmonia e santidade. Afastai de nosso meio os horrores das guerras e permita-nos ser instrumentos da Paz de Nosso Senhor.
Nossa Senhora de Madhu, rogai por nós!
REFERÊNCIAS:
FELIX, Fernando. Virgem de Madhu, Conselheira da Paz. Artigo publicado no site “Além-Mar, visão missionária. Disponível em http://www.alem-mar.org/cgi-bi....n/quickregister/scri

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Nossa Senhora do Carmo de Maipú

Padroeira: Chile

Festa: 16 de Julho

O culto mariano, caso único entre os cultos dos santos, tem suas raízes nove séculos antes do nascimento de Maria. O primeiro profeta de Israel, Elias, morando no Monte Carmelo teve a visão da vinda da Bem-Aventurada Virgem. Viu que ela se elevava em uma pequena nuvem, trazendo uma chuva providencial que salvaria Israel de uma grande seca. É um dos cultos mais antigos da Roma cristã, assim como a Ordem Carmelita que está ligada ao que foi escrito na Bíblia, quando se conta que Elias recebeu a profecia do Mistério da Virgem e Mãe sobre o nascimento do Filho de Deus¹.

A devoção a Nossa Senhora do Carmo tem origem no século XII, em plena Idade Média, quando um grupo de eremitas começou a se reunir para se dedicarem à oração e à penitência no Monte Carmelo, na Palestina, na Terra Santa, iniciando um estilo de vida pobre, humilde e simples, ao lado da fonte de Elias, que se estendeu ao mundo todo. Foi ali, naquele Monte do Carmo ou Monte Carmelo, que os eremitas construíram uma pequena capela em homenagem a Nossa Senhora já no primeiro século. Em razão das perseguições aos cristãos na Terra Santa, o grupo de eremitas do Monte Carmelo teve que buscar um refúgio mais seguro e, por isso, foram obrigados a ir para a Europa, fugindo dos muçulmanos. Eles se estabeleceram na Inglaterra, onde vivia Simão, um também eremita que se uniu a eles. Simão era penitente, assim como o Profeta Elias, e austero, assim como João Batista. Diante de sua vida solitária na convexidade de uma árvore no seio da floresta, deram-lhe o apelido de Stock. No ano de 1251, diante de tempos muito difíceis, Simão Stock suplicou à Virgem Maria um sinal de proteção contra os inimigos da fé. Em sua oração, Simão Stock disse a Maria: “Flor do Carmelo, vinha florífera, Esplendor do céu, Virgem fecunda, singular. Ó Mãe benigna, sem conhecer varão, aos Carmelitas dá privilégio, Estrela do Mar!”. Foi ali, naquele momento de prece, que Simão Stock recebeu uma mensagem, uma visão de Nossa Senhora, que lhe deu um escapulário, assegurando a promessa de proteção para todos aqueles que o usassem. Ela lhe disse: “Recebe, filho amado, este escapulário de tua Ordem como sinal distintivo e a marca do privilégio que eu obtive para ti e para os filhos do Carmelo. Quem morrer revestido com ele será preservado do fogo eterno. Ele é sinal de salvação, defesa nos perigos, aliança de paz e de uma proteção sempiterna!”².No século XVI, durante a conquista da América, Santa Teresa de Ávila e São João da Cruz, levaram adiante a reforma da ordem carmelita. A devoção aumentou, chegando no Novo Mundo³.

A devoção à Virgem del Carmen remonta à oferenda solene de Pedro de Valdivia em 20 de janeiro de 1540 para dedicar à Virgem Santíssima o primeiro e mais importante templo de seus domínios. Em 12 de fevereiro de 1541, fundou a cidade de Santiago no Vale do Maipú e construiu uma ermida na praça principal. Da mesma forma, em outras áreas do país a devoção à Virgen del Carmen começou com o nome de La Tirana. No século XVII, todo dia 16 de julho (Solenidade da Virgem do Carmen) começava uma procissão com a imagem da Virgem, que ia da Alameda até a Plaza de Armas, próxima à Catedral de Santiago4.

A história da imagem da Virgen del Carmen venerada em Maipú remonta a 1785. Nesse ano foi encomendada a Quito pelo espanhol Dom Martín de Lecuna, que a levou à capela da fazenda San Martín, em Nuñoa, onde mantido por um tempo. De lá foi periodicamente levado à Igreja de San Agustín, onde se rezou a novena até o culminar da Solenidade da Virgem del Carmen, no dia 16 de julho. Personagens importantes como Dom José Miguel Carrera e seus irmãos participaram da celebração; Don Bernardo O'Higgins e Manuel Rodríguez, entre outros5.Durante as guerras de independência do Chile, os nacionalistas tomam a Virgen del Carmen como a padroeira de seu exército. Em 5 de dezembro de 1811, os generais José Miguel Carrera e Bernardo O'Higgins dirigiram-se ao Vigário de Santiago do Chile para pedir "uma Missa Solene de Ação de Graças" pelo triunfo das lutas pela independência. Em 5 de janeiro de 1817, o General José de San Martín colocou seu bastão na mão direita da imagem, jurando solenemente como Padroeira do Exército dos Andes e na véspera da batalha de Chabuco o exército com O'Higgins no A cabeça proclama a Virgem de Carmen Padroeira e Geral das Armas do Chile. Em 1818, antes do avanço das forças espanholas, o povo e seus líderes inundaram a catedral para depositar suas orações e sua confiança aos pés da Virgem Carmelita, prometendo construir um templo em sua homenagem onde fosse assinada a liberdade do Chile: “No mesmo local onde se realiza a batalha e se obtém a vitória, será erigido um Santuário à Virgem de Carmen, Padroeira e Generala dos Exércitos Chilenos, e as fundações serão colocadas pelos mesmos magistrados que fizerem esta votação, em o próprio lugar de sua misericórdia, que será o de sua glória". Por isso, no dia 5 de abril, em plena batalha de Maipú, o general San Martín alenta seu exército gritando: “Nossa Padroeira, a Santíssima Virgem de Carmen nos dará a vitória e aqui mesmo ergueremos a igreja prometida para comemorar aquele triunfo". Antes do final do ano, foi lançada a primeira pedra do santuário, concluída em 1892. No início do século XX, a devoção à Virgen del Carmen já estava profundamente presente na fé do povo, razão pela qual em 1923 o Episcopado Nacional pediu ao Papa Pio XI que a nomeasse Padroeira do Chile. Entre 1948 e 1956, a Virgen del Carmen percorreu grande parte das províncias do país. Foi então chamada de Virgem Peregrina. Finalmente, em 16 de dezembro de 1956, a imagem de Quito da Virgen del Carmen é transferida para o Templo Votivo de Maipú, acompanhada pelo Presidente da República, Carlos Ibáñez del Campo e milhares de fiéis. Em 1971, os bispos do Chile decidiram transferir a tradicional procissão para o último domingo de setembro, a fim de aderir à celebração do Mês da Pátria, e declararam essa data como Dia de Oração pelo Chile. O atual templo foi inaugurado em outubro de 1974, é obra do arquiteto Juan Martínez Gutiérrez. No dia 27 de janeiro de 1987, Sua Santidade o Papa João Paulo II, na Santa Sé, concedeu a este santuário o título de Basílica Menor, e no dia 3 de abril do mesmo ano, durante sua visita ao Santuário, coroou a Santíssima Virgem do Carmen como Mãe e Rainha do Chile. Em 1996, com recursos do Ministério de Obras Públicas e da Ilustre Prefeitura Municipal de Maipú, iniciaram-se as obras de reforma que foram encerradas em 28 de dezembro de 19996.

Vinícius Aparecido de Lima Oliveira
Associado da Academia Marial de Aparecida

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Mariazell “A cela de Maria”, o santuário mais visitado da Europa Central

Uma pequena cela de um monge, transformada em monumental basílica, é hoje o santuário mais visitado da Europa Central. Peregrinos recorrem à milagrosa imagem de Nossa Senhora desse santuário da Áustria.

Foi no ano de 1157 que o abade Otker, do mosteiro beneditino de São Lamberto, enviou Magno, um de seus monges, para pregar num dos rincões de sua vasta jurisdição. Magno preparou-se para a missão. Havia ainda naquelas longínquas plagas muitos pagãos, ao longo dos sombrios vales entre altas montanhas. Magno temia o desamparo, uma vez em missão.

Surgindo dificuldades, com quem se aconselharia? A quem pediria socorro? Por isso levou, com licença superior, uma pequena imagem de Nossa Senhora, talhada em madeira de tília.

O milagre de Mariazell

Aproximando-se o Natal, dirigiu-se Magno a um povoado, onde desejava pregar “aos que viviam em cego paganismo” e dar também assistência espiritual aos cristãos. A aldeia ficava mais longe do que ele pensava. Viajava o santo religioso vários dias, sem viva alma encontrar.

Estaria perdido? O rumo que havia tomado era correto? Seus mantimentos chegavam ao fim. Impossível retornar ao ponto de partida, onde deixara conhecidos. Não havia estradas nem caminhos batidos, naquele tempo. Numa senda pedregosa escurecida pela floresta, íngreme subida estreita e perigosa.

Uma grande pedra, desprendida do alto, barrava-lhe o caminho. Impossível movê-la. Magno não tinha a quem pedir ajuda.

Voltou-se então fervorosamente a Nossa Senhora, através da pequena imagem que levava.Em oração, viu de repente o grande bloco fender-se, deixando-lhe livre a passagem. Nesse lugar, no penhasco de Sigismundberg, não muito longe de Mariazell, se encontra hoje uma capela, chamada “Origem de Mariazell”.

Uma vez em seu destino, Magno narrou a todos o acontecido. Curiosos, uns e outros começam a se aproximar da imagem, que convidava à confiança. Aos poucos pedem graças, e são concedidos em abundância. Multiplicam-se os fiéis. Magno coloca respeitosamente a imagem sobre um tronco de árvore e começa a construir uma cela (termo que designa, nos mosteiros e conventos, o pequeno quarto dos religiosos), que serviria ao mesmo tempo de capela para sua Protetora e de abrigo para ele.

Nessa cela, ambos começam a prodigalizar benefícios a quem pedia: ele dá assistência espiritual, conforme a ordem recebida de seu superior; Ela faz milagres. Assim, a cela do monge, onde estava a pequena imagem, tornou-se procurada por crescente número de fiéis. A “Cella Mariae”, Mariazell (Cela de Maria, em português), deu nome ao lugar.

Multidões passaram a visitá-lo. Uma igreja foi construída por volta de 1200, oferecida pelo conde Henrique de Mähren e sua esposa, assim honrando a milagrosa estátua após cura de grave doença.

Essa igreja transformou-se em basílica, que é o santuário mais visitado da Europa Central. Nela se encontra, sob o altar principal, aquele tronco cortado por Magno, primeiro altar da imagem..

E a pequena Maria, atraindo ainda hoje peregrinos de todas as nações que outrora pertenceram ao Império Austro-húngaro, tem hoje o título de Magna Mater Austriae, Magna Domina Hungarorum, Alma Mater Gentium Slavorum (Grande Mãe da Áustria, Rainha dos Húngaros e Senhora dos Povos Eslavos).

Não só orações foram ali atendidas, mas também inúmeras curas de doenças do corpo e da alma. Não faltaram conversões.Na basílica se vêem incontáveis ex-votos, quadros retratando milagres, presentes feitos ao santuário em agradecimento de favores extraordinários e de curas obtidas pela intercessão da Mãe de Deus. O livro “Mariazell”, de Iolanthe Habwander, narra alguns fatos impressionantes ali acontecidos.

O Padre Anton Maria Schwartz, fundador da ordem dos Calasantinos, recebeu ali uma graça notável. Corria o ano de 1907 quando ele foi rezar junto à imagem milagrosa, suplicando-lhe o atendimento de um grande anseio. Desejava comprar, em Viena, uma casa apropriada à sua comunidade nascente, mas faltavam-lhe recursos.

Terminando a celebração de uma Missa solene na histórica capela, foi para a sacristia. Uma senhora de grande distinção veio até ele, e disse ter recebido, em oração junto à imagem, a inspiração de auxiliar os Calasantinos.

“Como posso ajudá-lo?”, perguntou ao Pe. Schwartz. Ao que ele respondeu: “A senhora certamente não me pode ajudar, pois necessito nada menos que 150.000 Coroas”. Ao que ela respondeu: “Está bem. O senhor terá a quantia desejada!”. Ela manteve a promessa. Em agradecimento pelo atendimento extraordinário do pedido, a casa comprada recebeu o nome de “Casa da Imaculada”.

Um ruidoso exorcismo, feito em 1370, é lembrado por um quadro posto na basílica e por figuras sobre o portal principal. Ele consta como sendo o primeiro grande milagre. Tratava-se de uma mãe que, tendo matado seu filho, tornara-se possessa.Luta contra o comunismo

Quando o Padre Petrus Pavlicek fundou a Cruzada do Rosário e da Reparação, pedindo a libertação da Áustria do jugo comunista, foi em torno de Mariazell que ele reagrupou seus fiéis.

Sua Cruzada teve um resultado inteiramente milagroso. Os russos deixaram o país pouco depois, em 1954 (vide artigo em Catolicismo de maio/1998).

O grande Cardeal Mindszenty, arcebispo príncipe e primaz da Hungria, perseguido pelo regime comunista e verdadeiro mártir de nosso tempo, desejou ser enterrado em Mariazell, e de fato teve lá sua primeira sepultura, em 1975, atualmente muito visitada.

Nestes tempos de impiedade, o fluxo dos peregrinos não é mais como nos tempos da monarquia austro-húngara.

Mas incontáveis são os que ainda para lá se dirigem a pé, solitários ou em família. Há peregrinações femininas, estudantis, de motociclistas, de diferentes paróquias, e muitas outras.Até mesmo — o que faz parte da confusão de nossos dias — uma ministra socialista foi a pé, pagando promessa. Principal santuário da Europa Central, Mariazell recebe anualmente um milhão de visitantes, peregrinos em sua maioria.

A atmosfera desse lugar santo, propícia ao contato com Nossa Senhora, é certamente devida à influência dos beneditinos, constante através dos séculos, desde os dias de sua fundação. No recolhido silêncio, sente-se que a Senhora dos Corações tem muito a dizer às almas. Cada um sente-se olhado por Ela. Ela nos vê, ouve, socorre.

A Festa de Nossa Senhora de Mariazell é celebrada no dia 13 de setembro de cada ano. Celebrações especiais também ocorrem em Mariazell no dia 15 de agosto (Festa da Assunção de Nossa Senhora) e no dia 8 de setembro (Natividade de Nossa Senhora).

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Nossa Senhora de Matara
26 de DezembroPouco se sabe a respeito das origens da Senhora de Matara, exceto que ela foi esculpida em estilo português e que tem aproximadamente 300 anos. A pequena estátua foi talhada em um pedaço de freixo - um tipo de madeira associada no passado aos deuses da Europa antiga e à previsão do clima. O freixo também era ligado às tempestades, que trazem chuva e fertilizam a terra.
A imagem resistiu à um tsunami que ocorreu em 26 de Dezembro de 2004, na cidade litorânea de Matara, no Sri Lanka, que roubou a vida de milhares de pessoas. Após ser carregada pela força das águas, a Senhora de Matara havia retornado à costa onde aparecera pela primeira vez muitos anos antes.
Séculos atrás, um grupo de pescadores encontrou uma imensa caixa presa em suas redes no litoral de Matara. Dentro dela estava uma pequena estátua da Virgem Maria com o menino Jesus nos braços. Embora tivessem passado um bom tempo na água salgada, ambas as imagens estavam em perfeito estado. A estátua foi doada ao padre da paróquia de Matara.
Alguns anos depois, uma epidemia de coléra varreu a região. Centenas morreram. Desesperadas, pessoas de diferentes religiões varreu a região. Centenas morreram. Desesperadas, pessoas de diferentes religiões rezaram para Nossa Senhora de Matara e a carregaram em uma procissão solene pela cidade devastada pela doença. Surpreendentemente, dentro de alguns dias a área foi declarada segura outra vez. Não houve mais casos de cólera nem novas mortes. A Senhora havia salvado seu povo.
Refúgio na tristeza, Estrela dos Mares
Orai pelos que sofrem, Ó , orai por mim.
- Hino católico em honra a Maria, Salve, Rainha dos Céus

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Santuário de Nossa Senhora de Mentorella

Diz-se que Mentorella é o lugar onde ocorreu a conversão de Santo Eustáquio no II século. Eustáquio foi eventualmente posto à morte pela sua fé. Dois séculos mais tarde o imperador Constantino decidiu construir uma basílica no lugar da conversão de Eustáquio. Esta basílica foi consagrada pelo Papa Silvestre I em uma data desconhecida antes do 335.

No IX século, a propriedade foi dada pela família Anici aos monges de Subiaco. No XVII século, o estudioso jesuíta Pe. Atanásio Kircher hipotisou que Mentorella fosse uma das doze abadias fundadas por São Bento e que ele tenha vivido em uma gruta adjacente por mais de dois anos. Em algum lugar, durante o século XIII, foi criado o mais precioso tesouro de Mentorella - a estátua de madeira de Nossa Senhora. Esta se encontra no santuário atualmente. Os beneditinos abandonaram a abadia no final do século XIV que andou em ruínas até que Pe. Kircher o descobriu.
Pe. Kircher foi o responsável pela reconstrução do santuário e pela restauração do culto de Nossa Senhora de Mentorella. Antes de morrer ele pediu que o seu coração fosse enterrado no santuário. O Papa Inocêncio XIII, que era o papa naquele tempo, também pediu que seu coração fosse enterrado no santuário.

Em 1857 o Papa Pio IX colocou Mentorella sob os cuidados da Congregação da Ressurreição, sob a guia de Pe. Kajsiewicz. O Capítulo Geral da Congregação da Ressurreição (1857) se realizou em Mentorella. Em 1864, o Santo Padre cedeu o Santuário de Mentorella à Congregação da Ressurreição "in perpetuum". Com a queda do Estado Papal, a Congregação da Ressurreição comprou o santuário e adquiriu o título legal.

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Nossa Senhora de Montallegro

Em 02 de julho de 1557, era uma manhã quente quando Giovannii Chichizola estava voltando para casa a pé vindo do mercado. A trilha pitoresca passava por Montallegro, uma montanha espetacular cercada por um golfo de aguas azuis cristalinas que se estende até o Mar da Ligúria. Giovanni fez uma pausa para descansar à sombra, quando escutou uma voz delicada chamando seu nome. Diante dele se ergueu a figura resplandecente de uma bela mulher vestida de branco e azul. Ela explicou que era Maria e o instruiu a contar ao povo local sobre sua visão. Enquanto falava, Maria apontou para uma pequena pintura em madeira encostada em uma rocha próxima.

– Diga ao povo que este quadro foi trazido da Grécia por anjos. Deixo-o aqui como prova de meu amor por eles. Jejuem no sábado – ela ordenou então despareceu.

Atônito, Giovanni olhou para a pintura deixada sob seus cuidados. Era uma imagem da Virgem Maria deitada em um ataúde, cercada por anjos, santos e a Santíssima Trindade. Quando tentou pegar a pintura nas mãos, esta não se moveu. Giovanni então chamou algumas pessoas que moravam por perto para ajudá-lo. Enquanto ele contava sua incrível história, gotas de água começaram a verter da pedra onde a pintura descansava.Giovanni correu para a cidade próxima de Rapallo e convenceu um grupo de padres céticos a acompanhá-lo até o quadro. Ao retornarem, descobriram que as gotas haviam se transformado em uma fonte borbulhante de água límpida ao lado da pintura. Um dos padres moveu a imagem com facilidade e levou-a para a igreja da paróquia.

No dia seguinte, a pintura havia desaparecido. Giovanni encontrou-a na montanha outra vez, exatamente onde estivera no dia anterior. Os habitantes do local se convenceram de que era ali que Maria queria que a imagem permanecesse. Toneladas de rocha tiveram que ser removidas para criar uma base solida para a nova igreja, e os materiais de construção tiveram que ser carregados quase 700 metros montanha acima. Apesar desses desafios, dentro de um ano a igreja foi construída e consagrada. Em 1574, um grupo de marinheiros gregos naufragados reconheceu a imagem milagrosa como o quadro que fora venerado em Ragussa até o seu misterioso desaparecimento em 1557. Após uma disputa legal, os marinheiros levaram a pintura consigo, mas ela simplesmente desapareceu no dia seguinte. Reapareceu em Montallegro e nunca mais deixou seu lugar.Muitos milagres foram atribuídos à intercessão de Maria em Montallegro. Ao longo dos anos, peregrinos agradecidos deixaram tantas placas votivas e ação de graças por esses milagres que galerias ingerias tiveram que ser construídas para acomodá-las. Documentos antigos mostram que a intervenção milagrosa de Maria também salvou seu povo da peste em 1579, 1590 e novamente em 1630. Hoje em dia, a rocha original onde a pintura apareceu ainda está visível dentro da igreja, e tantos séculos mais tarde a fonte milagrosa continua a brotar.

A Maddonna de Montallegro é a Santa padroeira da cidade de Rapallo, desde 1739. Ela é igualmente, copatrocinadora da Diocese de Chiavari, junto à Madonna dell´Orto.



Fonte: (Milagres e Aparições de Nossa Senhora – editora Fundamento – Bridget Curran; La Carte Mariale du Monde – adaptação Maria Célia Viana Andrade)

Maria Celia Andrade Viana

Coordenadora Equipe de Liturgia

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NOSSA SENHORA SANTA MARIA DE GUADALUPE DE ESTREMADURA

Durante a reconquista da Espanha foram encontradas várias imagens da Virgem Maria, escondidas por vários séculos, desde a dominação dos muçulmanos, em 711. Alguns desses tesouros da Igreja primitiva, só foram descobertos graças a aparição de Nossa Senhora à humildes cristãos, aos quais indicava o local exato da sua imagem oculta.

Em um certo anoitecer do ano 1336, Gil Cordeiro o humilde vaqueiro, natural de Cáceres, contava seu gado no curral, quando notou a falta de uma vaca. Na manhã seguinte tratou de ir procurá-la. Caminhou pelo bosque da Serra de Extremadura, onde costumava pastorear o rebanho, até chegar no rio Guadalupe, que em árabe significa "escondido". Ali, próximo a uma pequena fonte encontrou o animal morto. Gil estranhou o fato do animal estar intacto sem nenhuma mordida de lobo ou outro animal selvagem. Mas, em seguida arrastou o animal com cuidado para não contaminar a água da fonte, pois pensou em lhe aproveitar a pele. Assim, como se fazia na época, desenhou uma cruz com a faca na pele para arrancá-la. Neste instante a vaca se levantou e começou a caminhar mansamente.

Ainda incrédulo com o fato, Gil viu aparecer diante de si uma linda Senhora com o Filho nos braços. Ela o tranquilizou dizendo ser a Mãe de Deus. Depois, pediu que levasse a vaca de volta para o povoado e contasse tudo aos sacerdotes da igreja. Eles deviam retornar e cavar no lugar onde a vaca esteve morta, porque havia uma imagem sua, oculta. Informou também, que era para ser venerada num pequeno oratório ali mesmo.

Ao chegar no povoado foi direto à paróquia e contou todo o ocorrido aos clérigos. No início não acreditaram, mas ao constatarem a marca na pele da vaca, a dúvida se dissipou. Ao lado de Gil, os sacerdotes e alguns paroquianos chegaram ao lugar indicado e escavaram até encontrar a belíssima imagem, logo intitulada Nossa Senhora de Santa Maria de Guadalupe. Emocionados, construíram com as pedras do lugar uma pequenina ermida para a veneração da milagrosa imagem.

No local do milagre, em 1337 havia se formado uma pequena aldeia, atual centro do Povoado de Guadalupe, em Extremadura. A pequenina ermida, como antecipou a Virgem, se tornou no notável Real Mosteiro de Santa Maria de Guadalupe que conserva o seu magnífico Santuário.

O Papa Pio X a declarou Padroeira de Extremadura (em português Estremadura) em 12 de outubro de 1907.As peregrinações ao Santuário têm sido contínuas desde o dia em que foi descoberta a santa imagem, que aparece em seu altar cheia de beleza e majestade. É de cor morena, como todas as imagens da Virgem cuja fabricação se atribui a Nicodemos e a São Lucas. É grave e perfeito o rosto, que produz tão grande veneração nos que a contemplam que, mal fixam os olhos nela sentem em seu coração admiráveis afetos de submissão, amor e arrependimento de suas culpas.

Sustém com a mão esquerda o Menino Jesus, de extrema beleza e perfeição, e na direita empunha um cetro de ouro ornado de pedras preciosas. É tão grande a variedade e riqueza de seus atavios (vestidos e enfeites) que podem ser mudados continuamente, sem que ninguém consiga vê-los todos. Mas não é de admirar, porque contribuíram para o adorno da imagem reis, príncipes e outros grandes homens e povos inteiros, e assim é natural que seja tão rico e tão variado o seu tesouro de joias e outros adornos.

A imagem de Nossa Senhora de Guadalupe é descida de seu trono na véspera do dia 08 de setembro, para ser levada processionalmente nesse dia pelo claustro do mosteiro anexo ao santuário.

Fora desse dia, ninguém jamais se aproxima da veneranda imagem, a não ser o religioso encarregado de cuidar dela e vesti-la, para o que há uma escada particular, interna, por onde apenas ele sobe.

O feliz pastor Gil, mal começou a construção do santuário, transportou-se com sua família para o local das obras, para que nada faltasse ao culto de Nossa Senhora, tendo continuado nessa ocupação até o fim de sua vida, pelo que lhe deram o nome de Gil de Santa Maria de Guadalupe.



Festa Litúrgica: 08 de setembro.

Fontes: http://www.paulinas.org.br/

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Como excluir o Safari do iPhone, Mac e outros dispositivos iOS | #[43]

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Malware sem arquivo: definição e detecção | #[43]

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