Avance Network Avance Network
    חיפוש מתקדם
  • התחברות

  • מצב לילה
  • © 2026 Avance Network
    על אודות • מַדרִיך • צור קשר • מפתחים • מדיניות פרטיות • תנאי שימוש • הֶחזֵר

    בחר שפה

  • Arabic
  • Bengali
  • Chinese
  • Croatian
  • Danish
  • Dutch
  • English
  • Filipino
  • French
  • German
  • Hebrew
  • Hindi
  • Indonesian
  • Italian
  • Japanese
  • Korean
  • Persian
  • Portuguese
  • Russian
  • Spanish
  • Swedish
  • Turkish
  • Urdu
  • Vietnamese
קהילה
שעון אירועים בלוג שׁוּק פוֹרוּם המוצרים שלי הדפים שלי
לַחקוֹר
לַחקוֹר פוסטים פופולריים משחקים סרטים מקומות תעסוקה הצעות מימון
© 2026 Avance Network
  • Arabic
  • Bengali
  • Chinese
  • Croatian
  • Danish
  • Dutch
  • English
  • Filipino
  • French
  • German
  • Hebrew
  • Hindi
  • Indonesian
  • Italian
  • Japanese
  • Korean
  • Persian
  • Portuguese
  • Russian
  • Spanish
  • Swedish
  • Turkish
  • Urdu
  • Vietnamese
על אודות • מַדרִיך • צור קשר • מפתחים • מדיניות פרטיות • תנאי שימוש • הֶחזֵר

לְגַלוֹת פוסטים

Posts

משתמשים

דפים

קְבוּצָה

בלוג

שׁוּק

אירועים

משחקים

פוֹרוּם

סרטים

מקומות תעסוקה

מימון

Toda notícia
Toda notícia
1 י

Após os Estados Unidos, Israel anunciou nesta quinta-feira (6) que vai se retirar do Conselho de Direitos Humanos (CDH) da ONU. A saída de Israel do CDH ocorre apenas dois dias depois de o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, também ter feito o mesmo.

Embora o relator da ONU para a Palestina tenha considerado as retiradas "extremamente graves", os movimentos têm mais efeitos políticos do que práticos, já que os países-membros não são obrigados a aderir às resoluções do conselho.

Ainda assim, a saída significa também uma espécie de bloqueio a informações sobre direitos humanos nesses países.

Veja abaixo o que é o conselho e suas funções, e como a saída dos EUA e de Israel deve impactá-lo.O que é o Conselho de Direitos Humanos da ONU e o que significa retirada dos EUA e de Israel do órgão
Após EUA, Israel anunciou nesta quinta (6) que também vai se retirar do órgão da ONU que monitora e investiga casos de descumprimento dos direitos humanos no mundo. Decisões são mais políticas do que práticas, mas transparência dos países que saíram fica comprometida.
Por Redação g1

06/02/2025Criado em 2006, o CDH se dedica a fazer investigações, relatórios e votar resoluções relacionadas com o descumprimento dos direitos humanos em diferentes países, em casos que vão desde terrorismo ao genocídio, passando por perseguição a povos originários, minorias étnicas ou religiosas, massacres e torturas.

Também realiza um relatório, a cada quatro anos, com a situação dos direitos humanos em todos os 193 países que integram a Organização das Nações Unidas (ONU).Qualquer caso envolvendo um possível desrespeito dos direitos humanos em qualquer país do mundo pode ser alvo de investigações, relatórios e votações do conselho.

"Somos a única organização intergovernamental do mundo que responde a qualquer caso sobre direitos humanos no planeta", diz o CDH em seu site.
Caso uma investigação própria detecte violações, uma resolução é votada. O grande desafio, no entanto, é que essas resoluções são não-vinculativas -- ou seja, não há a obrigação de que o país alvo da resolução aplique as medidas determinadas pelo conselho.

Essa resolução, portanto, funciona mais como um posicionamento da ONU e um parâmetro para o país investigado.Mas há uma série de outras questões prejudicadas com a retirada de um país. Essa nação deixa, por exemplo, de reportar casos ou de ser obrigado a fornecer dados e informações a alguma investigação em curso.

Os países-membros também fazem intercâmbios de informações, e as investigações são feitas com a ajuda de especialistas em direitos humanos independentes dos países-membros.

O conselho faz parte da ONU e tem 47 países-membros. O número é pequeno porque os membros são eleitos para mandatos bienais. O Brasil é atualmente um país-membro e tem mandato que vai até 2026.Dentro desses mandatos, os membros se reúnem três vezes ao ano na sede do conselho, em Genebra, na Suíça, de forma fixa. Mas também podem fazer assembleias para debater e votar qualquer caso.

O secretário-geral da ONU, António Guterres, destacou o papel crucial que o Conselho desempenha na arquitetura de direitos humanos da ONU, que é “a base da paz”.

EUA já se retiraram em 2018
Esta não é a primeira vez que os EUA deixam o conselho — em 2018, sob a primeira gestão de Trump, o país se retirou, mas acabou voltando.

A relatora especial da ONU, Francesca Albanese, afirmou que a retirada de Israel do Conselho de Direitos Humanos é "extremamente grave".

"Isso demonstra arrogância e falta de reconhecimento do que eles [Israel] fizeram. Insistem em sua própria retidão, como se não tivessem nada pelo que prestar contas, e estão provando isso para toda a comunidade internacional", disse Francesca Albanese à Reuters.

כמו
תגובה
לַחֲלוֹק
Toda notícia
Toda notícia
1 י

Japão enfrenta tormenta que está afundando um dos maiores símbolos culturais do país: o izakaya
Um símbolo da cultura popular japonesa que foi transferido para animes e séries.POR KETLYN RIBEIRO

Publicado 5 de Fevereiro de 2025Embora tenhamos como certo que o Japão é um país profundamente enraizado em seus costumes, é também uma nação onde a vanguarda e o progresso estão na ordem do dia. É apenas uma questão de tempo até que os avanços tecnológicos e as mudanças geracionais levem sua população a adotar outros hábitos. E para aqueles que viam o izakaya como um símbolo inamovível, esse salto está provando ser uma pílula amarga de engolir.Tendo se tornado parte da cultura popular do Japão e transferido para o resto do mundo como um sinal de identidade por meio de anime, filmes e até mesmo séries aclamadas como Midnight Diner, adaptada pela Netflix do mangá de mesmo nome, o desaparecimento dos izakayas parecia impossível para o Japão. A realidade, entretanto, mostra que esse é um pilar muito menos sólido do que se poderia esperar.A queda do izakaya

Abraçado como um nexo entre culturas radicalmente diferentes em outras áreas, é fácil identificar o izakaya do Japão. Lá é o lugar onde você vai com amigos ou colegas de trabalho para beber e comer pratos em uma experiência que acabou ficando mais próxima do social do que do gastronômico. O lugar para onde o pai de Shin-chan foi forçado a ir quando saiu do escritório e o lugar que deu sentido à série Isekai Izakaya, que pode ser vista no Crunchyroll.Apesar de sua fama e do fato de que o Japão não seria compreendido sem essas visitas noturnas com funcionários de escritório bebendo até mesmo a água dos vasos de flores, as instalações emblemáticas estão passando por um de seus momentos mais difíceis, com o maior nível de falências dos últimos anos. Se durante a pandemia houve 189 falências por motivos óbvios, em 2023 foram 204. Já em 2024, contando apenas entre janeiro e novembro, já foram 203 izakayas fechados.É uma situação que parece afetar diretamente as pequenas e médias empresas, com aquelas cadeias de izakaya que, devido à sua variedade de ofertas e força econômica para superar os muitos obstáculos enfrentados pela economia japonesa, estão conseguindo se manter à tona enquanto as demais estão afundando devido a uma tempestade perfeita.lém do salto para as grandes cidades em busca de trabalho e da fuga das áreas rurais castigadas pelo envelhecimento da população, a inflação japonesa, o enfraquecimento do iene e como isso afeta as importações que também castigam outros habitantes locais, como o ramen, os custos de energia causados pelos conflitos europeus e tudo o que trouxe consigo o progresso e a mudança geracional que mencionamos no início.

Acrescente a tudo isso um ambiente em que o trabalho híbrido e o teletrabalho estão sendo cada vez mais adotados, e sair do escritório para ir a esses locais está se tornando cada vez menos um hábito. Ou que as novas gerações, voltadas para a abstinência, estão dando pouco espaço para ir beber em um izakaya. Ou ainda o choque entre filhos, pais e avós, que faz com que eles procurem o ambiente de um restaurante ou café em vez dos lugares que seus pais costumavam frequentar. O fato de que, há algum tempo, temos visto mais desses do que do tradicional izakaya em nosso anime favorito é provavelmente o melhor exemplo do declínio desse símbolo.

*Texto adaptado e traduzido do site parceiro 3dJuegos.

image
כמו
תגובה
לַחֲלוֹק
Toda notícia
Toda notícia
1 י

Mulher é suspeita de roubar R$ 168 mil ao vender plano de saúde falso para idoso; ela já foi denunciada 28 vezes
Segundo investigações, Suzy Ferreira de Aguiar se passou por funcionária de corretora de seguros para conseguir documentos e informações pessoais da vítima. Defesa nega acusações.
Por Michele Mendes, TV Globo

05/02/2025Uma mulher foi presa, nesta terça-feira (4), por suspeita de enganar um idoso de 65 anos com a venda de um plano de saúde e funerário falso no Distrito Federal. Segundos as investigações, a vítima perdeu quase R$ 170 mil.Em posse das informações pessoais do idoso, a mulher comprou dois carros — apreendidos durante a prisão. Ela também levou o idoso até um cartório para reconhecer as assinaturas dele, segundo os investigadores.

À TV Globo, a vítima, que preferiu não se identificar, disse que várias multas, cometidas com os carros comprados pela mulher, estão sendo cobradas em nome do idoso, se somando aos prejuízos.

A Polícia Civil afirma que Suzy também já foi condenada três vezes. Em uma das condenações, ela por aplicou um golpe de R$ 55 mil em uma idosa de 66 anos. A mulher disse que ajudaria a vítima a pagar dívidas. O valor foi usado para pagar o casamento da suspeita.Os policiais encontraram ainda outros 28 boletins de ocorrência contra Suzy Ferreira de Aguiar, de 40 anos. Desse total, seis denúncias foram registradas no mês passado. A defesa dela nega as acusações.

A Polícia Civil afirma que a suspeita se passou por funcionária de uma corretora de seguros para fazer com que o idoso assinasse documentos e fornecesse fotos dele, além dos próprios documentos. A vítima cancelou o contrato com o plano anterior e contratou o falso por R$ 18 mil.

image
כמו
תגובה
לַחֲלוֹק
Toda notícia
Toda notícia
1 י

Uma mulher foi presa, nesta terça-feira (4), por suspeita de enganar um idoso de 65 anos com a venda de um plano de saúde e funerário falso no Distrito Federal. Segundos as investigações, a vítima perdeu quase R$ 170 mil.Em posse das informações pessoais do idoso, a mulher comprou dois carros — apreendidos durante a prisão. Ela também levou o idoso até um cartório para reconhecer as assinaturas dele, segundo os investigadores.

À TV Globo, a vítima, que preferiu não se identificar, disse que várias multas, cometidas com os carros comprados pela mulher, estão sendo cobradas em nome do idoso, se somando aos prejuízos.

A Polícia Civil afirma que Suzy também já foi condenada três vezes. Em uma das condenações, ela por aplicou um golpe de R$ 55 mil em uma idosa de 66 anos. A mulher disse que ajudaria a vítima a pagar dívidas. O valor foi usado para pagar o casamento da suspeita.Os policiais encontraram ainda outros 28 boletins de ocorrência contra Suzy Ferreira de Aguiar, de 40 anos. Desse total, seis denúncias foram registradas no mês passado. A defesa dela nega as acusações.

A Polícia Civil afirma que a suspeita se passou por funcionária de uma corretora de seguros para fazer com que o idoso assinasse documentos e fornecesse fotos dele, além dos próprios documentos. A vítima cancelou o contrato com o plano anterior e contratou o falso por R$ 18 mil.

כמו
תגובה
לַחֲלוֹק
Toda notícia
Toda notícia
1 י

Mulher é suspeita de roubar R$ 168 mil ao vender plano de saúde falso para idoso; ela já foi denunciada 28 vezes
Segundo investigações, Suzy Ferreira de Aguiar se passou por funcionária de corretora de seguros para conseguir documentos e informações pessoais da vítima. Defesa nega acusações.
Por Michele Mendes, TV Globo

05/02/2025Uma mulher foi presa, nesta terça-feira (4), por suspeita de enganar um idoso de 65 anos com a venda de um plano de saúde e funerário falso no Distrito Federal. Segundos as investigações, a vítima perdeu quase R$ 170 mil.Os policiais encontraram ainda outros 28 boletins de ocorrência contra Suzy Ferreira de Aguiar, de 40 anos. Desse total, seis denúncias foram registradas no mês passado. A defesa dela nega as acusações.

A Polícia Civil afirma que a suspeita se passou por funcionária de uma corretora de seguros para fazer com que o idoso assinasse documentos e fornecesse fotos dele, além dos próprios documentos. A vítima cancelou o contrato com o plano anterior e contratou o falso por R$ 18 mil.Em posse das informações pessoais do idoso, a mulher comprou dois carros — apreendidos durante a prisão. Ela também levou o idoso até um cartório para reconhecer as assinaturas dele, segundo os investigadores.

À TV Globo, a vítima, que preferiu não se identificar, disse que várias multas, cometidas com os carros comprados pela mulher, estão sendo cobradas em nome do idoso, se somando aos prejuízos.

A Polícia Civil afirma que Suzy também já foi condenada três vezes. Em uma das condenações, ela por aplicou um golpe de R$ 55 mil em uma idosa de 66 anos. A mulher disse que ajudaria a vítima a pagar dívidas. O valor foi usado para pagar o casamento da suspeita.

כמו
תגובה
לַחֲלוֹק
Toda notícia
Toda notícia
1 י

Mulher é suspeita de roubar R$ 168 mil ao vender plano de saúde falso para idoso; ela já foi denunciada 28 vezes
Segundo investigações, Suzy Ferreira de Aguiar se passou por funcionária de corretora de seguros para conseguir documentos e informações pessoais da vítima. Defesa nega acusações.
Por Michele Mendes, TV Globo

05/02/2025Uma mulher foi presa, nesta terça-feira (4), por suspeita de enganar um idoso de 65 anos com a venda de um plano de saúde e funerário falso no Distrito Federal. Segundos as investigações, a vítima perdeu quase R$ 170 mil.Em posse das informações pessoais do idoso, a mulher comprou dois carros — apreendidos durante a prisão. Ela também levou o idoso até um cartório para reconhecer as assinaturas dele, segundo os investigadores.

À TV Globo, a vítima, que preferiu não se identificar, disse que várias multas, cometidas com os carros comprados pela mulher, estão sendo cobradas em nome do idoso, se somando aos prejuízos.

A Polícia Civil afirma que Suzy também já foi condenada três vezes. Em uma das condenações, ela por aplicou um golpe de R$ 55 mil em uma idosa de 66 anos. A mulher disse que ajudaria a vítima a pagar dívidas. O valor foi usado para pagar o casamento da suspeita.Os policiais encontraram ainda outros 28 boletins de ocorrência contra Suzy Ferreira de Aguiar, de 40 anos. Desse total, seis denúncias foram registradas no mês passado. A defesa dela nega as acusações.

A Polícia Civil afirma que a suspeita se passou por funcionária de uma corretora de seguros para fazer com que o idoso assinasse documentos e fornecesse fotos dele, além dos próprios documentos. A vítima cancelou o contrato com o plano anterior e contratou o falso por R$ 18 mil.

כמו
תגובה
לַחֲלוֹק
Toda notícia
Toda notícia
1 י

'A verdade não importa para Zuckerberg': ex-diretora da Meta denuncia abuso e discriminação contra mulheres na empresa
Ex-diretora de Marketing de Produtos trabalhou na empresa por 15 anos e está processando a dona de Facebook e Instagram por discriminação e abuso, segundo site. Críticas acontecem cerca de um mês depois de Zuckerberg encerrar o programa de diversidade e inclusão interno.
Por Redação g1

05/02/2025Kelly Stonelake, ex-diretora de Marketing de Produtos na Meta (dona do Facebook, Instagram, WhatsApp e Threads) nos EUA denunciou a existência de uma cultura de silenciamento e discriminação contra mulheres na empresa em uma publicação no seu LinkedIn nesta terça-feira (4).
Segundo o site Business Insider, a ex-funcionária entrou com um processo contra a big tech, acusando a empresa de discriminação e assédio. No LinkedIn, Stonelake repercutiu a reportagem e deu mais detalhes sobre sua história.
"A verdade não importa para Mark Zuckerberg, mas importa para mim", disse, ao criticar o fato de a Meta ter encerrado recentemente seu programa interno de diversidade e inclusão (veja o post completo abaixo).
A ex-diretora trabalhou na empresa de Zuckerberg por 15 anos e disse que perdeu o emprego após se posicionar contra racismo no Horizon, um aplicativo de realidade virtual da Meta."Quando levantei o problema, eu me tornei o problema — um padrão que silencia as mulheres em todos os lugares, todos os dias", disse.
A ex-funcionária também relatou que foi agredida sexualmente por um chefe durante uma viagem de negócios, que teve promoções negadas pelo fato de ser mulher e que a orientaram a agir de forma "menos inteligente" na empresa."Fui agarrada pela virilha, gritaram comigo, me disseram para transar com meu chefe para ser promovida. Sobrevivi a tudo. Nada me destruiu tanto quanto um trabalho em que eu tinha que dizer 'não' a homens poderosos", disse na publicação.
"Quando a liderança da Meta me rejeitou e me excluiu, não estava apenas marginalizando mulheres: estava priorizando o poder em vez das pessoas", destacou.Kelly Stonelake citou também um comentário recente de Zuckerberg sobre as empresas de tecnologia supostamente precisarem de "mais energia masculina".
"Onde Mark Zuckerberg discursa sobre as empresas precisarem ser mais masculinas, onde ele desmantela ativamente suas equipes de DEI e onde ele encobre salvaguardas, meu caso demonstra algo inegável: ambientes tóxicos e discriminatórios não são apenas errados, eles são anti-inovação. Odiar mulheres prejudica a todos", afirmou.
O comentário de Zuckerberg sobre a necessidade de 'energia masculina' ocorreu no mesmo período que a empresa fez uma grande mudança de rota, determinando o fim do programa de checagem de fatos no Facebook, Instagram e Threads. O próprio dono da Meta anunciou a decisão, no início de janeiro.Além disso, a empresa alterou sua política sobre conduta de ódio e passou a permitir vários comportamentos que antes eram proibidos, como, por exemplo, associar termos relacionados a doenças mentais a pessoas LGBTQIA+.
A mudança de posicionamento da Meta tem sido alvo de críticas por especialistas que consideram que elas têm o potencial de aumentar a circulação de discurso de ódio nas plataformas e torná-las um ambiente mais hostil para grupos vulneráveis.

image
כמו
תגובה
לַחֲלוֹק
Toda notícia
Toda notícia
1 י

Google acaba com metas de contratação por diversidade, diz jornal
Informação foi revelada nesta quarta-feira (5) pelo The Wall Street Journal. Medida acompanha movimento feito por outras empresas americanas.
Por Redação g1
05/02/2025Além disso, a empresa alterou sua política sobre conduta de ódio e passou a permitir vários comportamentos que antes eram proibidos, como, por exemplo, associar termos relacionados a doenças mentais a pessoas LGBTQIA+.
A mudança de posicionamento da Meta tem sido alvo de críticas por especialistas que consideram que elas têm o potencial de aumentar a circulação de discurso de ódio nas plataformas e torná-las um ambiente mais hostil para grupos vulneráveis.O Google decidiu acabar com suas metas de contratação com foco em diversidade, revelou nesta quarta-feira (5) uma reportagem do The Wall Street Journal.
Segundo o jornal, o Google disse em um e-mail para funcionários que vai seguir com equipes diversas em seus escritórios, mas deixará de definir objetivos para ampliar a representatividade na empresa.
"Continuaremos a investir em estados nos EUA e em muitos países globalmente, mas, no futuro, não teremos mais metas ambiciosas", afirmou a empresa, no comunicado.
Em 2020, o Google havia definido a meta de ampliar em 30% a "representação em cargos de liderança de grupos sub-representados" até 2025. Ela foi anunciada em meio aos protestos realizados após o assassinato de George Floyd, um homem negro, por Derek Chauvin, um policial branco.
Ainda de acordo com o WSJ, a Alphabet, controladora do Google, divulgou nesta quarta um relatório em que omitiu a declaração de que estava "comprometida em tornar a diversidade, equidade e a inclusão parte de tudo o que fazemos".A empresa também informou que está avaliando se continuará a divulgar relatórios anuais de diversidade, como faz desde 2014.

image
כמו
תגובה
לַחֲלוֹק
Toda notícia
Toda notícia
1 י

Uma turista de 26 anos morreu e outras cinco pessoas ficaram feridas depois que parte do teto da Igreja de São Francisco de Assis, conhecida como "igreja de ouro", desabou na tarde desta quarta-feira (5), no Centro Histórico de Salvador. A informação foi confirmada pelo Corpo de Bombeiros Militar da Bahia (CBM-BA).
Inicialmente, a Defesa Civil de Salvador informou que eram seis vítimas, mas corrigiu a informação às 18h30. A turista que faleceu foi identificada como Giulia Panchoni Righetto, natural de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, segundo a delegada titular da Delegacia de Proteção ao Turista (Deltur), Camila Albuquerque.
A jovem passeava no local com o namorado e um casal de amigos. Os homens não se feriram, pois estavam um espaço mais afastado. A amiga da turista sofreu um corte na testa e foi levada para um hospital da cidade.O acidente ocorreu por volta das 14h30, no templo da Ordem Primeira de São Francisco, que fica no Largo do Cruzeiro de São Francisco, no Pelourinho. Imagens feitas por testemunhas mostram os estragos logo após o desabamento. O espaço onde os fiéis ficavam durante as missas foi coberto por destroços, principalmente a madeira que cobria o telhado.Ainda de acordo com a Defesa Civil, além da amiga de Giulia, outras cinco pessoas ficaram feridas no desabamento. Uma foi atendida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e as outras cinco pelos bombeiros. Todas tiveram ferimentos leves, mas os nomes não foram divulgados.Problemas estruturais na igreja
Considerada uma das Sete Maravilhas de Origem Portuguesa no mundo, a igreja já enfrentava problemas estruturais há anos.
Com interior revestido em ouro, o templo fundado no início do século 18 foi tombado como patrimônio material do Brasil, porém, o reconhecimento do governo federal, que deveria garantir a proteção ao espaço, não impediu a construção de atingir uma situação degradante.
Durante uma visita realizada em 2023, o g1 mostrou que o local estava com pinturas e teto desgastados, pilastras sem reboco e piso desnivelado em vários pontos – o que dificultava a locomoção de pessoas com mobilidade reduzida.
No mesmo ano, um dos pátios da Igreja de São Francisco foi parcialmente fechado porque já havia risco de queda do pináculo direito. A estrutura, uma cúpula de metal que pesa cerca de uma tonelada e meia, chegou a ser removido, segundo o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).Durante esse processo, as visitas ao templo, que é um dos mais procurados por quem passeia pelo Centro Histórico da capital baiana, seguiram mantidas.História e riqueza incalculávelAs estruturas da Igreja e Convento de São Francisco começaram a ser construídas em 1686. A obra só foi concluída com doação de moradores em 1723, mesmo tendo sido aberta ao público dez anos antes, em 1713.
Quem vê a igreja de fora, não imagina o luxo na parte interior. As superfícies internas - paredes, colunas, teto, capelas - são revestidas de intrincados entalhes cobertos de ouro, com florões, arcos, e inúmeras figuras de anjos e pássaros, símbolos do barroco brasileiro.
Ricamente decorado, o templo tem imagens de mestres santeiros baianos e lusitanos, verdadeiras obras-primas da arte sacra, duas pias de pedra doadas por Dom João V, quando era rei de Portugal, bem como balaustradas e outras peças esculpidas em jacarandá, um tipo de madeira nobre.Nos púlpitos e tetos, há várias pinturas, muitas delas produzidas em 1737 pelo pintor português Bartolomeu Antunes, conhecido como o mais importante mestre ladrilhador do país colonizador.
Sobre o parapeito do coro, existe um antiquíssimo oratório com um crucifixo e dez pequenos nichos com relíquias, entre elas o crânio de um mártir a quem se atribuiu o nome de São Fidélis, doado pelo papa Inocêncio XII.Além da suntuosa capela-mor, dedicada a São Francisco de Assis, o espaço possui oito capelas secundárias. O cadeiral entalhado do coro, a estante para o missal e as grades entre as capelas secundárias são obras do frei Luís de Jesus, conhecido como "Irmão Torneiro". Estes elementos são do século 17 e foram reaproveitados da primeira igreja edificada no local, portanto, são os mais antigos da coleção.
A sacristia também possui um grande arcaz em madeira entalhada feito pelo "Irmão Torneiro", com pinturas sobre pequenas placas de cobre encaixadas em nichos, mostrando cenas da vida de São Francisco. Sobre o móvel, junto ao teto, está outra série de pinturas de Bartolomeu Antunes, com a mesma temática.

image
כמו
תגובה
לַחֲלוֹק
Toda notícia
Toda notícia
1 י

Justiça nega pedido de intervenção na Fundação João Paulo II, mantenedora da Canção NovaPor Carlos Santos, g1 Vale do Paraíba e Região

05/02/2025A Justiça de Cachoeira Paulista (SP) negou nesta terça-feira (4) o pedido feito pelo Ministério Público de São Paulo (MP-SP) para intervenção judicial na Fundação João Paulo II, mantenedora da Canção Nova.

A decisão também nega o afastamento do padre Wagner Ferreira da Silva, presidente do Conselho Deliberativo da Fundação João Paulo II e da Comunidade Canção Nova, e de outros cinco membros do conselho da fundação.No documento, o juiz Gabriel Araújo Gonzalez afirma que os pedidos de tutela provisória foram rejeitados com base nos elementos apresentados no processo até agora.O processo segue em tramitação até uma decisão definitiva. Uma audiência de conciliação foi agendada para o dia 23 de março.Ao g1, a Fundação João Paulo II informou que não irá se manifestar sobre o processo, mas cumprirá toda decisão judicial. Já a Canção Nova informou que não vai se manifestar sobre o assunto.

A reportagem também procurou o Ministério Público de São Paulo e aguarda retorno.

Desvio de finalidade
Na ação, a promotora de Justiça Marcela Agostinho Gomes Ilha defendeu que a Fundação João Paulo II tem atuado com "nítido desvio de finalidade, denotando o controle da entidade a favor dos interesses da Comunidade Canção Nova".

Ela ainda afirmou que "apurou-se uma série de atos que direcionam os esforços da Fundação João Paulo II à Comunidade Canção Nova, em renúncia de receitas pela Fundação João Paulo II", o que colocaria em risco o futuro da entidade filantrópica e sem fins lucrativos.

Na decisão, a Justiça conclui que a relação entre as duas instituições não é acidental, mas prevista em estatuto para o alcance das ações planejadas pela fundação, que é responsável por projetos de assistência social envolvendo saúde e educação, por exemplo."Não se trata de uma fundação privada que, a partir de manobras estatutárias ou fatos não previstos, viu-se sob a influência de outra instituição. Na realidade, o caso é de uma fundação pensada para uma atuação separada, mas em estreita ligação com a Comunidade (ambas tidas como instrumentos para a evangelização e atuação social), inclusive com apoio financeiro, estrutural e de mão de obra", diz o documento.Afastamento do conselho
O juiz avaliou não haver elementos suficientes para o afastamento dos membros do conselho deliberativo.Gonzalez também cita uma disputa pelo poder nas instituições após a morte do Monsenhor Jonas Abib, que fundou a Fundação João Paulo II e da Canção Nova.

"Aparentemente, Fundação João Paulo II vivencia a instabilidade e os conflitos comuns às organizações no período de transição após a morte de uma liderança incontestável e carismática até a consolidação da atuação e da divisão dos poderes dos seus sucessores", diz o juiz no documento.O que diz o padre Wagner Ferreira
Após a denúncia do MP-SP, o padre Wagner Ferreira da Silva divulgou um vídeo nas redes sociais defendendo a atuação das duas instituições. Nele, o religioso afirmou que o MP-SP "está tendo uma compreensão não adequada da Fundação João Paulo II".

“São duas instituições distintas, mas que fazem parte de uma única obra: a obra Canção Nova. O padre Jonas, em vida, presidiu as duas instituições. E, portanto, era entendimento comum da Canção Nova de que o presidente da comunidade Canção Nova fosse também presidente da Fundação João Paulo II. E assim trabalhamos durante esses anos sem qualquer dificuldade, sem qualquer conflito. Trabalhamos muito bem”, disse o padre.

"A fundação precisa ser preservada em sua atividade evangelizadora. Por isso não vamos permitir esse movimento de laicização, esse movimento que quer, muitas vezes, tirar a finalidade de evangelização da Fundação João Paulo II", completou.

image
כמו
תגובה
לַחֲלוֹק
Showing 55 out of 1427
  • 51
  • 52
  • 53
  • 54
  • 55
  • 56
  • 57
  • 58
  • 59
  • 60
  • 61
  • 62
  • 63
  • 64
  • 65
  • 66
  • 67
  • 68
  • 69
  • 70

ערוך הצעה

הוסף נדבך








בחר תמונה
מחק את השכבה שלך
האם אתה בטוח שברצונך למחוק את השכבה הזו?

ביקורות

על מנת למכור את התוכן והפוסטים שלך, התחל ביצירת מספר חבילות. מונטיזציה

שלם באמצעות ארנק

התראת תשלום

אתה עומד לרכוש את הפריטים, האם אתה רוצה להמשיך?

בקש החזר