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Após pressão dos EUA, Panamá anuncia saída da 'Nova Rota da Seda', programa econômico da China
Presidente panamenho rompeu acordo econômico que tinha com Pequim, que usa programa trilionário para abrir novos mercados na América Latina e no mundo, mas negou que rompimento com Pequim tenha sido exigência americana.
Por Redação g1

06/02/2025Dentro desses mandatos, os membros se reúnem três vezes ao ano na sede do conselho, em Genebra, na Suíça, de forma fixa. Mas também podem fazer assembleias para debater e votar qualquer caso.

O secretário-geral da ONU, António Guterres, destacou o papel crucial que o Conselho desempenha na arquitetura de direitos humanos da ONU, que é “a base da paz”.

EUA já se retiraram em 2018
Esta não é a primeira vez que os EUA deixam o conselho — em 2018, sob a primeira gestão de Trump, o país se retirou, mas acabou voltando.

A relatora especial da ONU, Francesca Albanese, afirmou que a retirada de Israel do Conselho de Direitos Humanos é "extremamente grave".

"Isso demonstra arrogância e falta de reconhecimento do que eles [Israel] fizeram. Insistem em sua própria retidão, como se não tivessem nada pelo que prestar contas, e estão provando isso para toda a comunidade internacional", disse Francesca Albanese à Reuters.O presidente do Panamá, José Raúl Mulino, anunciou nesta quinta-feira (6) que vai retirar o país da "Nova Rota da Seda", um megaprojeto da China que financia obras de conectividade e a cooperação econômica com outras nações em troca de tentar aumentar a influência chinesa no mundo.
A iniciativa foi criada em 2013 e tem um orçamento trilionário para construir e reformar estradas, ferrovias, portos, aeroportos, redes de energia e telecomunicações -- na América Latina, está em 21 países, mas o Brasil não aderiu (leia mais abaixo).
A saída do Panamá ocorre sob pressão do presidente americano, Donald Trump, que ameaçou tomar o controle do Canal do Panamá com a desculpa de que o local estaria sob domínio chinês.
Mulino afirmou que a embaixada do Panamá em Pequim "apresentou o documento correspondente" para "anunciar o cancelamento com 90 dias de antecedência", como estabelece o acordo.Ele negou exigência dos Estados Unidos — na semana passada, o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, se reuniu com presidente panamenho na Cidade do Panamá.
"Essa é uma decisão que tomei", disse Mulino.
Também conhecida como "Cinturão e Rota", a "Nova Rota da Seda" -- em alusão à famosa rota comercial que ligava a Ásia à Europa até o século XVI -- foi lançada em 2013, mas vem se fortalecendo nos últimos anos.O programa tem um orçamento de trilhões de dólares, um dos maiores dentro do governo chinês. Atualmente, a China tem projetos ou investimentos em 150 países do mundo, 53 deles na África.
Apesar de já estar presente em 21 países da América Latina, o programa ainda não entrou no Brasil. Diplomatas chineses, segundo fontes ouvidas pela BBC, vêm pressionando o governo brasileiro sobre uma adesão desde que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva tomou posse, em 2023.
O Itamaraty já afirmou que, como o Brasil tem já uma série de investimentos chineses, não haveria necessidade de uma entrada formal no programa.
Mulino nega passe livre dos EUATambém nesta quinta, o governo panamenho e a Autoridade do Canal do Panamá (ACP) negaram que embarcações dos EUA tenham "passe livre" pela hidrovia, desmentindo afirmação do Departamento de Estado americano.
O presidente do Panamá, José Raúl Mulino, chamou a afirmação do órgão do governo americano de "intolerável" e uma "falsidade absoluta". Mulino também pediu ao embaixador do país nos EUA tomar "atitudes firmes" para lidar com a situação.
“Tenho que rejeitar essa declaração do Departamento de Estado porque ela se baseia em uma falsidade. (...) Isso é intolerável, simplesmente intolerável. E hoje o Panamá está expressando ao mundo a minha rejeição absoluta de continuarmos a explorar as relações bilaterais com base em mentiras e falsidades”, afirmou Mulino.

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Após pressão dos EUA, Panamá anuncia saída da 'Nova Rota da Seda', programa econômico da China
Presidente panamenho rompeu acordo econômico que tinha com Pequim, que usa programa trilionário para abrir novos mercados na América Latina e no mundo, mas negou que rompimento com Pequim tenha sido exigência americana.
Por Redação g1

06/02/2025Dentro desses mandatos, os membros se reúnem três vezes ao ano na sede do conselho, em Genebra, na Suíça, de forma fixa. Mas também podem fazer assembleias para debater e votar qualquer caso.

O secretário-geral da ONU, António Guterres, destacou o papel crucial que o Conselho desempenha na arquitetura de direitos humanos da ONU, que é “a base da paz”.

EUA já se retiraram em 2018
Esta não é a primeira vez que os EUA deixam o conselho — em 2018, sob a primeira gestão de Trump, o país se retirou, mas acabou voltando.

A relatora especial da ONU, Francesca Albanese, afirmou que a retirada de Israel do Conselho de Direitos Humanos é "extremamente grave".

"Isso demonstra arrogância e falta de reconhecimento do que eles [Israel] fizeram. Insistem em sua própria retidão, como se não tivessem nada pelo que prestar contas, e estão provando isso para toda a comunidade internacional", disse Francesca Albanese à Reuters.

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Após os Estados Unidos, Israel anunciou nesta quinta-feira (6) que vai se retirar do Conselho de Direitos Humanos (CDH) da ONU. A saída de Israel do CDH ocorre apenas dois dias depois de o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, também ter feito o mesmo.

Embora o relator da ONU para a Palestina tenha considerado as retiradas "extremamente graves", os movimentos têm mais efeitos políticos do que práticos, já que os países-membros não são obrigados a aderir às resoluções do conselho.

Ainda assim, a saída significa também uma espécie de bloqueio a informações sobre direitos humanos nesses países.

Veja abaixo o que é o conselho e suas funções, e como a saída dos EUA e de Israel deve impactá-lo.O que é o Conselho de Direitos Humanos da ONU e o que significa retirada dos EUA e de Israel do órgão
Após EUA, Israel anunciou nesta quinta (6) que também vai se retirar do órgão da ONU que monitora e investiga casos de descumprimento dos direitos humanos no mundo. Decisões são mais políticas do que práticas, mas transparência dos países que saíram fica comprometida.
Por Redação g1

06/02/2025Criado em 2006, o CDH se dedica a fazer investigações, relatórios e votar resoluções relacionadas com o descumprimento dos direitos humanos em diferentes países, em casos que vão desde terrorismo ao genocídio, passando por perseguição a povos originários, minorias étnicas ou religiosas, massacres e torturas.

Também realiza um relatório, a cada quatro anos, com a situação dos direitos humanos em todos os 193 países que integram a Organização das Nações Unidas (ONU).Qualquer caso envolvendo um possível desrespeito dos direitos humanos em qualquer país do mundo pode ser alvo de investigações, relatórios e votações do conselho.

"Somos a única organização intergovernamental do mundo que responde a qualquer caso sobre direitos humanos no planeta", diz o CDH em seu site.
Caso uma investigação própria detecte violações, uma resolução é votada. O grande desafio, no entanto, é que essas resoluções são não-vinculativas -- ou seja, não há a obrigação de que o país alvo da resolução aplique as medidas determinadas pelo conselho.

Essa resolução, portanto, funciona mais como um posicionamento da ONU e um parâmetro para o país investigado.Mas há uma série de outras questões prejudicadas com a retirada de um país. Essa nação deixa, por exemplo, de reportar casos ou de ser obrigado a fornecer dados e informações a alguma investigação em curso.

Os países-membros também fazem intercâmbios de informações, e as investigações são feitas com a ajuda de especialistas em direitos humanos independentes dos países-membros.

O conselho faz parte da ONU e tem 47 países-membros. O número é pequeno porque os membros são eleitos para mandatos bienais. O Brasil é atualmente um país-membro e tem mandato que vai até 2026.Dentro desses mandatos, os membros se reúnem três vezes ao ano na sede do conselho, em Genebra, na Suíça, de forma fixa. Mas também podem fazer assembleias para debater e votar qualquer caso.

O secretário-geral da ONU, António Guterres, destacou o papel crucial que o Conselho desempenha na arquitetura de direitos humanos da ONU, que é “a base da paz”.

EUA já se retiraram em 2018
Esta não é a primeira vez que os EUA deixam o conselho — em 2018, sob a primeira gestão de Trump, o país se retirou, mas acabou voltando.

A relatora especial da ONU, Francesca Albanese, afirmou que a retirada de Israel do Conselho de Direitos Humanos é "extremamente grave".

"Isso demonstra arrogância e falta de reconhecimento do que eles [Israel] fizeram. Insistem em sua própria retidão, como se não tivessem nada pelo que prestar contas, e estão provando isso para toda a comunidade internacional", disse Francesca Albanese à Reuters.

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Japão enfrenta tormenta que está afundando um dos maiores símbolos culturais do país: o izakaya
Um símbolo da cultura popular japonesa que foi transferido para animes e séries.POR KETLYN RIBEIRO

Publicado 5 de Fevereiro de 2025Embora tenhamos como certo que o Japão é um país profundamente enraizado em seus costumes, é também uma nação onde a vanguarda e o progresso estão na ordem do dia. É apenas uma questão de tempo até que os avanços tecnológicos e as mudanças geracionais levem sua população a adotar outros hábitos. E para aqueles que viam o izakaya como um símbolo inamovível, esse salto está provando ser uma pílula amarga de engolir.Tendo se tornado parte da cultura popular do Japão e transferido para o resto do mundo como um sinal de identidade por meio de anime, filmes e até mesmo séries aclamadas como Midnight Diner, adaptada pela Netflix do mangá de mesmo nome, o desaparecimento dos izakayas parecia impossível para o Japão. A realidade, entretanto, mostra que esse é um pilar muito menos sólido do que se poderia esperar.A queda do izakaya

Abraçado como um nexo entre culturas radicalmente diferentes em outras áreas, é fácil identificar o izakaya do Japão. Lá é o lugar onde você vai com amigos ou colegas de trabalho para beber e comer pratos em uma experiência que acabou ficando mais próxima do social do que do gastronômico. O lugar para onde o pai de Shin-chan foi forçado a ir quando saiu do escritório e o lugar que deu sentido à série Isekai Izakaya, que pode ser vista no Crunchyroll.Apesar de sua fama e do fato de que o Japão não seria compreendido sem essas visitas noturnas com funcionários de escritório bebendo até mesmo a água dos vasos de flores, as instalações emblemáticas estão passando por um de seus momentos mais difíceis, com o maior nível de falências dos últimos anos. Se durante a pandemia houve 189 falências por motivos óbvios, em 2023 foram 204. Já em 2024, contando apenas entre janeiro e novembro, já foram 203 izakayas fechados.É uma situação que parece afetar diretamente as pequenas e médias empresas, com aquelas cadeias de izakaya que, devido à sua variedade de ofertas e força econômica para superar os muitos obstáculos enfrentados pela economia japonesa, estão conseguindo se manter à tona enquanto as demais estão afundando devido a uma tempestade perfeita.lém do salto para as grandes cidades em busca de trabalho e da fuga das áreas rurais castigadas pelo envelhecimento da população, a inflação japonesa, o enfraquecimento do iene e como isso afeta as importações que também castigam outros habitantes locais, como o ramen, os custos de energia causados pelos conflitos europeus e tudo o que trouxe consigo o progresso e a mudança geracional que mencionamos no início.

Acrescente a tudo isso um ambiente em que o trabalho híbrido e o teletrabalho estão sendo cada vez mais adotados, e sair do escritório para ir a esses locais está se tornando cada vez menos um hábito. Ou que as novas gerações, voltadas para a abstinência, estão dando pouco espaço para ir beber em um izakaya. Ou ainda o choque entre filhos, pais e avós, que faz com que eles procurem o ambiente de um restaurante ou café em vez dos lugares que seus pais costumavam frequentar. O fato de que, há algum tempo, temos visto mais desses do que do tradicional izakaya em nosso anime favorito é provavelmente o melhor exemplo do declínio desse símbolo.

*Texto adaptado e traduzido do site parceiro 3dJuegos.

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Mulher é suspeita de roubar R$ 168 mil ao vender plano de saúde falso para idoso; ela já foi denunciada 28 vezes
Segundo investigações, Suzy Ferreira de Aguiar se passou por funcionária de corretora de seguros para conseguir documentos e informações pessoais da vítima. Defesa nega acusações.
Por Michele Mendes, TV Globo

05/02/2025Uma mulher foi presa, nesta terça-feira (4), por suspeita de enganar um idoso de 65 anos com a venda de um plano de saúde e funerário falso no Distrito Federal. Segundos as investigações, a vítima perdeu quase R$ 170 mil.Em posse das informações pessoais do idoso, a mulher comprou dois carros — apreendidos durante a prisão. Ela também levou o idoso até um cartório para reconhecer as assinaturas dele, segundo os investigadores.

À TV Globo, a vítima, que preferiu não se identificar, disse que várias multas, cometidas com os carros comprados pela mulher, estão sendo cobradas em nome do idoso, se somando aos prejuízos.

A Polícia Civil afirma que Suzy também já foi condenada três vezes. Em uma das condenações, ela por aplicou um golpe de R$ 55 mil em uma idosa de 66 anos. A mulher disse que ajudaria a vítima a pagar dívidas. O valor foi usado para pagar o casamento da suspeita.Os policiais encontraram ainda outros 28 boletins de ocorrência contra Suzy Ferreira de Aguiar, de 40 anos. Desse total, seis denúncias foram registradas no mês passado. A defesa dela nega as acusações.

A Polícia Civil afirma que a suspeita se passou por funcionária de uma corretora de seguros para fazer com que o idoso assinasse documentos e fornecesse fotos dele, além dos próprios documentos. A vítima cancelou o contrato com o plano anterior e contratou o falso por R$ 18 mil.

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Uma mulher foi presa, nesta terça-feira (4), por suspeita de enganar um idoso de 65 anos com a venda de um plano de saúde e funerário falso no Distrito Federal. Segundos as investigações, a vítima perdeu quase R$ 170 mil.Em posse das informações pessoais do idoso, a mulher comprou dois carros — apreendidos durante a prisão. Ela também levou o idoso até um cartório para reconhecer as assinaturas dele, segundo os investigadores.

À TV Globo, a vítima, que preferiu não se identificar, disse que várias multas, cometidas com os carros comprados pela mulher, estão sendo cobradas em nome do idoso, se somando aos prejuízos.

A Polícia Civil afirma que Suzy também já foi condenada três vezes. Em uma das condenações, ela por aplicou um golpe de R$ 55 mil em uma idosa de 66 anos. A mulher disse que ajudaria a vítima a pagar dívidas. O valor foi usado para pagar o casamento da suspeita.Os policiais encontraram ainda outros 28 boletins de ocorrência contra Suzy Ferreira de Aguiar, de 40 anos. Desse total, seis denúncias foram registradas no mês passado. A defesa dela nega as acusações.

A Polícia Civil afirma que a suspeita se passou por funcionária de uma corretora de seguros para fazer com que o idoso assinasse documentos e fornecesse fotos dele, além dos próprios documentos. A vítima cancelou o contrato com o plano anterior e contratou o falso por R$ 18 mil.

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Mulher é suspeita de roubar R$ 168 mil ao vender plano de saúde falso para idoso; ela já foi denunciada 28 vezes
Segundo investigações, Suzy Ferreira de Aguiar se passou por funcionária de corretora de seguros para conseguir documentos e informações pessoais da vítima. Defesa nega acusações.
Por Michele Mendes, TV Globo

05/02/2025Uma mulher foi presa, nesta terça-feira (4), por suspeita de enganar um idoso de 65 anos com a venda de um plano de saúde e funerário falso no Distrito Federal. Segundos as investigações, a vítima perdeu quase R$ 170 mil.Os policiais encontraram ainda outros 28 boletins de ocorrência contra Suzy Ferreira de Aguiar, de 40 anos. Desse total, seis denúncias foram registradas no mês passado. A defesa dela nega as acusações.

A Polícia Civil afirma que a suspeita se passou por funcionária de uma corretora de seguros para fazer com que o idoso assinasse documentos e fornecesse fotos dele, além dos próprios documentos. A vítima cancelou o contrato com o plano anterior e contratou o falso por R$ 18 mil.Em posse das informações pessoais do idoso, a mulher comprou dois carros — apreendidos durante a prisão. Ela também levou o idoso até um cartório para reconhecer as assinaturas dele, segundo os investigadores.

À TV Globo, a vítima, que preferiu não se identificar, disse que várias multas, cometidas com os carros comprados pela mulher, estão sendo cobradas em nome do idoso, se somando aos prejuízos.

A Polícia Civil afirma que Suzy também já foi condenada três vezes. Em uma das condenações, ela por aplicou um golpe de R$ 55 mil em uma idosa de 66 anos. A mulher disse que ajudaria a vítima a pagar dívidas. O valor foi usado para pagar o casamento da suspeita.

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Mulher é suspeita de roubar R$ 168 mil ao vender plano de saúde falso para idoso; ela já foi denunciada 28 vezes
Segundo investigações, Suzy Ferreira de Aguiar se passou por funcionária de corretora de seguros para conseguir documentos e informações pessoais da vítima. Defesa nega acusações.
Por Michele Mendes, TV Globo

05/02/2025Uma mulher foi presa, nesta terça-feira (4), por suspeita de enganar um idoso de 65 anos com a venda de um plano de saúde e funerário falso no Distrito Federal. Segundos as investigações, a vítima perdeu quase R$ 170 mil.Em posse das informações pessoais do idoso, a mulher comprou dois carros — apreendidos durante a prisão. Ela também levou o idoso até um cartório para reconhecer as assinaturas dele, segundo os investigadores.

À TV Globo, a vítima, que preferiu não se identificar, disse que várias multas, cometidas com os carros comprados pela mulher, estão sendo cobradas em nome do idoso, se somando aos prejuízos.

A Polícia Civil afirma que Suzy também já foi condenada três vezes. Em uma das condenações, ela por aplicou um golpe de R$ 55 mil em uma idosa de 66 anos. A mulher disse que ajudaria a vítima a pagar dívidas. O valor foi usado para pagar o casamento da suspeita.Os policiais encontraram ainda outros 28 boletins de ocorrência contra Suzy Ferreira de Aguiar, de 40 anos. Desse total, seis denúncias foram registradas no mês passado. A defesa dela nega as acusações.

A Polícia Civil afirma que a suspeita se passou por funcionária de uma corretora de seguros para fazer com que o idoso assinasse documentos e fornecesse fotos dele, além dos próprios documentos. A vítima cancelou o contrato com o plano anterior e contratou o falso por R$ 18 mil.

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'A verdade não importa para Zuckerberg': ex-diretora da Meta denuncia abuso e discriminação contra mulheres na empresa
Ex-diretora de Marketing de Produtos trabalhou na empresa por 15 anos e está processando a dona de Facebook e Instagram por discriminação e abuso, segundo site. Críticas acontecem cerca de um mês depois de Zuckerberg encerrar o programa de diversidade e inclusão interno.
Por Redação g1

05/02/2025Kelly Stonelake, ex-diretora de Marketing de Produtos na Meta (dona do Facebook, Instagram, WhatsApp e Threads) nos EUA denunciou a existência de uma cultura de silenciamento e discriminação contra mulheres na empresa em uma publicação no seu LinkedIn nesta terça-feira (4).
Segundo o site Business Insider, a ex-funcionária entrou com um processo contra a big tech, acusando a empresa de discriminação e assédio. No LinkedIn, Stonelake repercutiu a reportagem e deu mais detalhes sobre sua história.
"A verdade não importa para Mark Zuckerberg, mas importa para mim", disse, ao criticar o fato de a Meta ter encerrado recentemente seu programa interno de diversidade e inclusão (veja o post completo abaixo).
A ex-diretora trabalhou na empresa de Zuckerberg por 15 anos e disse que perdeu o emprego após se posicionar contra racismo no Horizon, um aplicativo de realidade virtual da Meta."Quando levantei o problema, eu me tornei o problema — um padrão que silencia as mulheres em todos os lugares, todos os dias", disse.
A ex-funcionária também relatou que foi agredida sexualmente por um chefe durante uma viagem de negócios, que teve promoções negadas pelo fato de ser mulher e que a orientaram a agir de forma "menos inteligente" na empresa."Fui agarrada pela virilha, gritaram comigo, me disseram para transar com meu chefe para ser promovida. Sobrevivi a tudo. Nada me destruiu tanto quanto um trabalho em que eu tinha que dizer 'não' a homens poderosos", disse na publicação.
"Quando a liderança da Meta me rejeitou e me excluiu, não estava apenas marginalizando mulheres: estava priorizando o poder em vez das pessoas", destacou.Kelly Stonelake citou também um comentário recente de Zuckerberg sobre as empresas de tecnologia supostamente precisarem de "mais energia masculina".
"Onde Mark Zuckerberg discursa sobre as empresas precisarem ser mais masculinas, onde ele desmantela ativamente suas equipes de DEI e onde ele encobre salvaguardas, meu caso demonstra algo inegável: ambientes tóxicos e discriminatórios não são apenas errados, eles são anti-inovação. Odiar mulheres prejudica a todos", afirmou.
O comentário de Zuckerberg sobre a necessidade de 'energia masculina' ocorreu no mesmo período que a empresa fez uma grande mudança de rota, determinando o fim do programa de checagem de fatos no Facebook, Instagram e Threads. O próprio dono da Meta anunciou a decisão, no início de janeiro.Além disso, a empresa alterou sua política sobre conduta de ódio e passou a permitir vários comportamentos que antes eram proibidos, como, por exemplo, associar termos relacionados a doenças mentais a pessoas LGBTQIA+.
A mudança de posicionamento da Meta tem sido alvo de críticas por especialistas que consideram que elas têm o potencial de aumentar a circulação de discurso de ódio nas plataformas e torná-las um ambiente mais hostil para grupos vulneráveis.

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Google acaba com metas de contratação por diversidade, diz jornal
Informação foi revelada nesta quarta-feira (5) pelo The Wall Street Journal. Medida acompanha movimento feito por outras empresas americanas.
Por Redação g1
05/02/2025Além disso, a empresa alterou sua política sobre conduta de ódio e passou a permitir vários comportamentos que antes eram proibidos, como, por exemplo, associar termos relacionados a doenças mentais a pessoas LGBTQIA+.
A mudança de posicionamento da Meta tem sido alvo de críticas por especialistas que consideram que elas têm o potencial de aumentar a circulação de discurso de ódio nas plataformas e torná-las um ambiente mais hostil para grupos vulneráveis.O Google decidiu acabar com suas metas de contratação com foco em diversidade, revelou nesta quarta-feira (5) uma reportagem do The Wall Street Journal.
Segundo o jornal, o Google disse em um e-mail para funcionários que vai seguir com equipes diversas em seus escritórios, mas deixará de definir objetivos para ampliar a representatividade na empresa.
"Continuaremos a investir em estados nos EUA e em muitos países globalmente, mas, no futuro, não teremos mais metas ambiciosas", afirmou a empresa, no comunicado.
Em 2020, o Google havia definido a meta de ampliar em 30% a "representação em cargos de liderança de grupos sub-representados" até 2025. Ela foi anunciada em meio aos protestos realizados após o assassinato de George Floyd, um homem negro, por Derek Chauvin, um policial branco.
Ainda de acordo com o WSJ, a Alphabet, controladora do Google, divulgou nesta quarta um relatório em que omitiu a declaração de que estava "comprometida em tornar a diversidade, equidade e a inclusão parte de tudo o que fazemos".A empresa também informou que está avaliando se continuará a divulgar relatórios anuais de diversidade, como faz desde 2014.

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