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Google acaba com metas de contratação por diversidade, diz jornal
Informação foi revelada nesta quarta-feira (5) pelo The Wall Street Journal. Medida acompanha movimento feito por outras empresas americanas.
Por Redação g1
05/02/2025Além disso, a empresa alterou sua política sobre conduta de ódio e passou a permitir vários comportamentos que antes eram proibidos, como, por exemplo, associar termos relacionados a doenças mentais a pessoas LGBTQIA+.
A mudança de posicionamento da Meta tem sido alvo de críticas por especialistas que consideram que elas têm o potencial de aumentar a circulação de discurso de ódio nas plataformas e torná-las um ambiente mais hostil para grupos vulneráveis.O Google decidiu acabar com suas metas de contratação com foco em diversidade, revelou nesta quarta-feira (5) uma reportagem do The Wall Street Journal.
Segundo o jornal, o Google disse em um e-mail para funcionários que vai seguir com equipes diversas em seus escritórios, mas deixará de definir objetivos para ampliar a representatividade na empresa.
"Continuaremos a investir em estados nos EUA e em muitos países globalmente, mas, no futuro, não teremos mais metas ambiciosas", afirmou a empresa, no comunicado.
Em 2020, o Google havia definido a meta de ampliar em 30% a "representação em cargos de liderança de grupos sub-representados" até 2025. Ela foi anunciada em meio aos protestos realizados após o assassinato de George Floyd, um homem negro, por Derek Chauvin, um policial branco.
Ainda de acordo com o WSJ, a Alphabet, controladora do Google, divulgou nesta quarta um relatório em que omitiu a declaração de que estava "comprometida em tornar a diversidade, equidade e a inclusão parte de tudo o que fazemos".A empresa também informou que está avaliando se continuará a divulgar relatórios anuais de diversidade, como faz desde 2014.

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Uma turista de 26 anos morreu e outras cinco pessoas ficaram feridas depois que parte do teto da Igreja de São Francisco de Assis, conhecida como "igreja de ouro", desabou na tarde desta quarta-feira (5), no Centro Histórico de Salvador. A informação foi confirmada pelo Corpo de Bombeiros Militar da Bahia (CBM-BA).
Inicialmente, a Defesa Civil de Salvador informou que eram seis vítimas, mas corrigiu a informação às 18h30. A turista que faleceu foi identificada como Giulia Panchoni Righetto, natural de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, segundo a delegada titular da Delegacia de Proteção ao Turista (Deltur), Camila Albuquerque.
A jovem passeava no local com o namorado e um casal de amigos. Os homens não se feriram, pois estavam um espaço mais afastado. A amiga da turista sofreu um corte na testa e foi levada para um hospital da cidade.O acidente ocorreu por volta das 14h30, no templo da Ordem Primeira de São Francisco, que fica no Largo do Cruzeiro de São Francisco, no Pelourinho. Imagens feitas por testemunhas mostram os estragos logo após o desabamento. O espaço onde os fiéis ficavam durante as missas foi coberto por destroços, principalmente a madeira que cobria o telhado.Ainda de acordo com a Defesa Civil, além da amiga de Giulia, outras cinco pessoas ficaram feridas no desabamento. Uma foi atendida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e as outras cinco pelos bombeiros. Todas tiveram ferimentos leves, mas os nomes não foram divulgados.Problemas estruturais na igreja
Considerada uma das Sete Maravilhas de Origem Portuguesa no mundo, a igreja já enfrentava problemas estruturais há anos.
Com interior revestido em ouro, o templo fundado no início do século 18 foi tombado como patrimônio material do Brasil, porém, o reconhecimento do governo federal, que deveria garantir a proteção ao espaço, não impediu a construção de atingir uma situação degradante.
Durante uma visita realizada em 2023, o g1 mostrou que o local estava com pinturas e teto desgastados, pilastras sem reboco e piso desnivelado em vários pontos – o que dificultava a locomoção de pessoas com mobilidade reduzida.
No mesmo ano, um dos pátios da Igreja de São Francisco foi parcialmente fechado porque já havia risco de queda do pináculo direito. A estrutura, uma cúpula de metal que pesa cerca de uma tonelada e meia, chegou a ser removido, segundo o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).Durante esse processo, as visitas ao templo, que é um dos mais procurados por quem passeia pelo Centro Histórico da capital baiana, seguiram mantidas.História e riqueza incalculávelAs estruturas da Igreja e Convento de São Francisco começaram a ser construídas em 1686. A obra só foi concluída com doação de moradores em 1723, mesmo tendo sido aberta ao público dez anos antes, em 1713.
Quem vê a igreja de fora, não imagina o luxo na parte interior. As superfícies internas - paredes, colunas, teto, capelas - são revestidas de intrincados entalhes cobertos de ouro, com florões, arcos, e inúmeras figuras de anjos e pássaros, símbolos do barroco brasileiro.
Ricamente decorado, o templo tem imagens de mestres santeiros baianos e lusitanos, verdadeiras obras-primas da arte sacra, duas pias de pedra doadas por Dom João V, quando era rei de Portugal, bem como balaustradas e outras peças esculpidas em jacarandá, um tipo de madeira nobre.Nos púlpitos e tetos, há várias pinturas, muitas delas produzidas em 1737 pelo pintor português Bartolomeu Antunes, conhecido como o mais importante mestre ladrilhador do país colonizador.
Sobre o parapeito do coro, existe um antiquíssimo oratório com um crucifixo e dez pequenos nichos com relíquias, entre elas o crânio de um mártir a quem se atribuiu o nome de São Fidélis, doado pelo papa Inocêncio XII.Além da suntuosa capela-mor, dedicada a São Francisco de Assis, o espaço possui oito capelas secundárias. O cadeiral entalhado do coro, a estante para o missal e as grades entre as capelas secundárias são obras do frei Luís de Jesus, conhecido como "Irmão Torneiro". Estes elementos são do século 17 e foram reaproveitados da primeira igreja edificada no local, portanto, são os mais antigos da coleção.
A sacristia também possui um grande arcaz em madeira entalhada feito pelo "Irmão Torneiro", com pinturas sobre pequenas placas de cobre encaixadas em nichos, mostrando cenas da vida de São Francisco. Sobre o móvel, junto ao teto, está outra série de pinturas de Bartolomeu Antunes, com a mesma temática.

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Justiça nega pedido de intervenção na Fundação João Paulo II, mantenedora da Canção NovaPor Carlos Santos, g1 Vale do Paraíba e Região

05/02/2025A Justiça de Cachoeira Paulista (SP) negou nesta terça-feira (4) o pedido feito pelo Ministério Público de São Paulo (MP-SP) para intervenção judicial na Fundação João Paulo II, mantenedora da Canção Nova.

A decisão também nega o afastamento do padre Wagner Ferreira da Silva, presidente do Conselho Deliberativo da Fundação João Paulo II e da Comunidade Canção Nova, e de outros cinco membros do conselho da fundação.No documento, o juiz Gabriel Araújo Gonzalez afirma que os pedidos de tutela provisória foram rejeitados com base nos elementos apresentados no processo até agora.O processo segue em tramitação até uma decisão definitiva. Uma audiência de conciliação foi agendada para o dia 23 de março.Ao g1, a Fundação João Paulo II informou que não irá se manifestar sobre o processo, mas cumprirá toda decisão judicial. Já a Canção Nova informou que não vai se manifestar sobre o assunto.

A reportagem também procurou o Ministério Público de São Paulo e aguarda retorno.

Desvio de finalidade
Na ação, a promotora de Justiça Marcela Agostinho Gomes Ilha defendeu que a Fundação João Paulo II tem atuado com "nítido desvio de finalidade, denotando o controle da entidade a favor dos interesses da Comunidade Canção Nova".

Ela ainda afirmou que "apurou-se uma série de atos que direcionam os esforços da Fundação João Paulo II à Comunidade Canção Nova, em renúncia de receitas pela Fundação João Paulo II", o que colocaria em risco o futuro da entidade filantrópica e sem fins lucrativos.

Na decisão, a Justiça conclui que a relação entre as duas instituições não é acidental, mas prevista em estatuto para o alcance das ações planejadas pela fundação, que é responsável por projetos de assistência social envolvendo saúde e educação, por exemplo."Não se trata de uma fundação privada que, a partir de manobras estatutárias ou fatos não previstos, viu-se sob a influência de outra instituição. Na realidade, o caso é de uma fundação pensada para uma atuação separada, mas em estreita ligação com a Comunidade (ambas tidas como instrumentos para a evangelização e atuação social), inclusive com apoio financeiro, estrutural e de mão de obra", diz o documento.Afastamento do conselho
O juiz avaliou não haver elementos suficientes para o afastamento dos membros do conselho deliberativo.Gonzalez também cita uma disputa pelo poder nas instituições após a morte do Monsenhor Jonas Abib, que fundou a Fundação João Paulo II e da Canção Nova.

"Aparentemente, Fundação João Paulo II vivencia a instabilidade e os conflitos comuns às organizações no período de transição após a morte de uma liderança incontestável e carismática até a consolidação da atuação e da divisão dos poderes dos seus sucessores", diz o juiz no documento.O que diz o padre Wagner Ferreira
Após a denúncia do MP-SP, o padre Wagner Ferreira da Silva divulgou um vídeo nas redes sociais defendendo a atuação das duas instituições. Nele, o religioso afirmou que o MP-SP "está tendo uma compreensão não adequada da Fundação João Paulo II".

“São duas instituições distintas, mas que fazem parte de uma única obra: a obra Canção Nova. O padre Jonas, em vida, presidiu as duas instituições. E, portanto, era entendimento comum da Canção Nova de que o presidente da comunidade Canção Nova fosse também presidente da Fundação João Paulo II. E assim trabalhamos durante esses anos sem qualquer dificuldade, sem qualquer conflito. Trabalhamos muito bem”, disse o padre.

"A fundação precisa ser preservada em sua atividade evangelizadora. Por isso não vamos permitir esse movimento de laicização, esse movimento que quer, muitas vezes, tirar a finalidade de evangelização da Fundação João Paulo II", completou.

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O presidente Donald Trump não se comprometeu a enviar tropas americanas para a Faixa de Gaza como parte de sua proposta de tomada do enclave palestino pelos Estados Unidos, afirmou a Casa Branca nesta quarta-feira (5).
A porta-voz da Presidência também voltou atrás na proposta de deslocar permanentemente os palestinos do território — ela mencionou agora uma "realocação temporária".
Em coletiva de imprensa, a secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, disse a repórteres que o presidente acredita que os EUA precisam se envolver na reconstrução de Gaza "para garantir a estabilidade na região", mas que "não vão pagar" por ela.Leavitt ainda negou que a proposta de Trump de tirar os palestinos de Gaza seja permanente. Segundo ela, o presidente americano está "comprometido com a realocação temporária dos que estão lá".Mais cedo, quando questionado pela imprensa no Salão Oval sobre as reações negativas às suas declarações sobre o território palestino, Trump negou que seu plano tenha sido mal recebido:O anúncio de Trump ao lado de Netanyahu
O presidente Donald Trump disse nesta terça-feira (4) que os Estados Unidos assumirão o controle e serão donos da Faixa de Gaza, acrescentando que "as mesmas pessoas" (palestinos) não deveriam estar encarregadas de reconstruir e ocupar a terra. Ele afirmou que vê os EUA mantendo uma "posição de posse de longo prazo" no território.Em vez de [os palestinos] terem que voltar e reconstruí-la, os EUA vão assumir a Faixa de Gaza, e vamos algo com ela. Vamos tomar conta", disse Trump, afirmando que seu país poderia liderar o processo de reconstrução.Ter aquele pedaço de terra, desenvolvê-lo, criar milhares de empregos. Vai ser realmente magnífico", ele disse.Eu imagino pessoas de todo mundo vivendo lá. Pessoas do mundo. Eu acho que você vai fazer disso um lugar internacional, inacreditável", afirmou Trump, sobre Gaza. "Temos uma oportunidade de fazer algo que pode ser fenomenal. E eu não quero soar um cara espertalhão, mas [seria] a Riviera do Oriente Médio. Isso pode ser algo que pode ser muito bom."

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'Não sairemos': moradores de Gaza rejeitam proposta de Trump retirar palestinos do território
Presidente dos EUA propôs na terça-feira (4) retirar toda a população da Faixa de Gaza, durante encontro com Netanyahu em Washigton. Fala gerou fortes reações no território palestino.

Por France Presse

05/02/2025Não sairemos", afirmou Hatem Azam, um morador de Rafah, no sul da Faixa de Gaza, que, como a maioria dos palestinos, está indignado com a proposta do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de retirá-los de Gaza."Trump acha que Gaza é um monte de lixo. É mentira!", disse Azam, de 34 anos, irritado com as palavras que o presidente dos Estados Unidos usou ao falar de seu plano.Na noite de terça-feira (4), Trump afirmou que quer retirar "todos os moradores" de Gaza de forma permanente. A afirmação foi feita ao lado do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, em Washington.
A declaração gerou fortes reações na comunidade internacional e preocupações sobre o futuro do território palestino. No fim de janeiro, o presidente norte-americano já havia falado em "limpar" a Faixa de Gaza e enviar palestinos a países árabes.
"Ele quer obrigar o Egito e a Jordânia a acolher migrantes, como se fôssemos propriedade dele", criticou Hatem Azam. ""Trump e Netanyahu precisam entender a realidade do povo palestino e da população de Gaza. Trata-se de um povo profundamente enraizado na sua terra. Não sairemos".Tanto o Egito quanto a Jordânia rejeitaram a proposta, e vários países denunciaram o projeto como "limpeza étnica".
'Permanecermos nesta terra'Ihab Ahmed, outro residente de Rafah, lamentou que tanto Trump quanto Netanyahu "ainda não entendem o povo palestino" e sua conexão ao território.
"Permaneceremos nesta terra aconteça o que acontecer. Mesmo que tenhamos que viver em tendas e nas ruas, continuaremos enraizados nesta terra", declarou o homem de 30 anos.
Segundo Ahmed, os palestinos aprenderam a lição da guerra de 1948 que se seguiu ao mandato britânico, quando centenas de milhares de palestinos foram expulsos de suas casas com a criação de Israel, e nunca lhes foi permitido retornar.O mundo precisa entender esta mensagem: não sairemos como aconteceu em 1948", enfatizou.
'Donos desta terra'
Perto de edifícios em ruínas em Jabalia, no norte de Gaza, o palestino Raafat Kalob se mostrava preocupado com as possíveis consequências da reunião em Washington entre Trump e Netanyahu.
"Acho que a visita de Netanyahu a Trump refletirá seus planos futuros de deslocar a força o povo palestino e redesenhar o Oriente Médio", afirmou Kalob antes da reunião entre os líderes dos EUA e Israel. "Espero sinceramente que este plano não seja concretizado", acrescentou.
A primeira fase da trégua pôs fim aos combates em Gaza e possibilitou um processo de troca de reféns por prisioneiros palestinos. Mas as negociações para encerrar de forma definitiva a guerra ainda não começaram.Zebda, um pai de seis filhos que perdeu sua casa na guerra, disse que nem ele nem nenhum morador de Gaza abandonaria o território costeiro.
"Somos os donos desta terra; sempre estivemos aqui e sempre estaremos. O futuro é nosso", afirmou.

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Gestores Preferem IA a Geração Z no Mercado de Trabalho
Para um terço dos líderes, a inteligência artificial é considerada uma alternativa mais prática e vantajosa do que a contratação de recém-formados

Chris WestfallProfissionais da geração Z que ingressam no mercado de trabalho podem ter um desafio inesperado: competir não apenas com outros candidatos, mas também com algoritmos. Um novo estudo da Hult International Business School mostra que 37% dos gestores preferem investir em soluções de inteligência artificial em vez de contratar recém-formados.

A pesquisa aponta que 98% dos líderes de RH estão enfrentando dificuldades para encontrar talentos, mas 89% evitam contratar profissionais em início de carreira.O relatório, que entrevistou 1600 profissionais nos Estados Unidos, também revelou os seguintes dados, de acordo com as respostas dos recém-formados:

77% dos entrevistados da geração Z afirmam que aprenderam mais nos primeiros seis meses no trabalho do que em toda a sua educação universitária de quatro anos;
85% gostariam que a faculdade os tivesse preparado melhor para o mercado de trabalho, especialmente porque a IA agora é considerada um concorrente importante;
87% dizem ter recebido melhor treinamento profissional do empregador do que na graduação;
55% afirmam que sua educação universitária não os preparou em nada para o trabalho.
Por que a IA está na frente da geração Z?

A explicação para a preferência dos gestores pela IA ao invés dos recém-formados está na reputação que a geração Z construiu no ambiente de trabalho.Como a primeira geração nativa digital, a GenZ traz fluência tecnológica e adaptabilidade para suas funções. No entanto, como funcionários, são frequentemente criticados por falta de resiliência profissional, ética de trabalho e capacidade de lidar com feedback construtivo.

De acordo com uma pesquisa de 2023 da ResumeBuilder, 74% dos gestores consideram os funcionários da geração Z mais difíceis de trabalhar do que outras gerações, citando problemas como falta de independência.

O estudo também revelou que 54% dos profissionais dessa geração são demitidos nos primeiros 90 dias de trabalho. Esse dado destaca as dificuldades que tanto empregadores quanto jovens profissionais enfrentam para se adaptar às expectativas uns dos outros.

Na pesquisa da Hult International, os líderes apontaram as principais razões para sua frustração com a geração Z:

60% acreditam que recém-formados não têm experiência no mundo real;
57% dizem que a geração Z carece de uma mentalidade global;
55% afirmam que a geração Z não sabe trabalhar bem em equipe;
53% acreditam que o treinamento dessa geração é caro;
50% dizem que a geração Z tem pouca etiqueta empresarial.
Enquanto isso, soluções de IA, embora ainda em desenvolvimento, são vistas como econômicas, escaláveis e livres de desafios interpessoais. No entanto, a IA está longe de substituir papéis humanos complexos.A chave para o sucesso da geração Z

Apesar das críticas, a geração Z possui qualidades que a tornam valiosa na economia atual. Como a primeira geração a crescer com a internet, essa fluência digital torna esses profissionais hábeis em tecnologia, redes sociais e análise de dados. Seu conforto com aprendizado online e ferramentas de trabalho remoto oferece uma vantagem natural em ambientes híbridos. Além disso, a geração Z tende a ser guiada por valores, frequentemente defendendo justiça social, sustentabilidade e diversidade – qualidades que se alinham às metas de responsabilidade social corporativa.

Mas como a geração Z pode se adaptar a esse novo mundo do trabalho, onde a IA é vista tanto como um recurso quanto como uma concorrente? O que os líderes podem fazer para reduzir essa lacuna e garantir que a geração mais jovem da força de trabalho tenha acesso a novas habilidades e oportunidades?

Um dos desafios frequentemente citados é o estilo de comunicação da geração Z. Muitos desenvolveram suas habilidades sociais na internet, profundamente impactados pelo isolamento da pandemia. Não hesitam em compartilhar os mínimos detalhes de suas vidas online, mas a interação presencial pode ser um desafio para alguns.

Segundo uma pesquisa do LinkedIn, um em cada cinco profissionais da geração Z afirma não ter tido uma única conversa direta com alguém com mais de 50 anos no último ano. No entanto, interagir com colegas mais experientes pode ser um grande trunfo na carreira.

Claro, informação está em toda parte (é só perguntar ao ChatGPT). Mas, no mundo corporativo, o verdadeiro aprendizado não vem só de cursos online – ele está na cultura organizacional, transmitida por meio da convivência com colegas mais seniores.O que a geração Z precisa é de uma das ferramentas mais antigas dos negócios: a conversa. Seja você um recém-formado ou um veterano no mercado, a conexão – e não a automação – é o que muda a história.

Antes de desistir da geração Z e pedir para uma IA assumir seu lugar, considere o poder do diálogo. É possível que a conexão humana seja o primeiro passo para romper estereótipos e reverter essas tendências preocupantes? Para a geração Z – e para todas as outras – a resposta é “sim”.

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Fazendeira e outras duas pessoas são processadas em mais de meio milhão por danos a geoglifo no Acre
Danos foram causados durante limpeza na Fazenda Oeste, na cidade de Capixaba, no início dos anos 2000. MPF-AC descobriu os prejuízos em 2021 por meio de um laudo entregue.
Por g1 AC — Rio Branco

04/02/2025 11h02É o mínimo de decência, usar a lei da reciprocidade. Para nós, o que seria importante é os EUA baixar a taxação e nós baixarmos a taxação. Mas se ele ou qualquer país aumentar a taxação com o Brasil, nós iremos usar a reciprocidade. Iremos taxar eles também. É simples e é muito democrático."
"Os EUA estão se isolando do mundo. E isso não é importante, nem pra eles nem pro mundo. Como que a gente vai prescindir de um país do tamanho da China, da Índia, da Rússia, do México, dos países africanos? É preciso bom senso", concluiu.O Ministério Público Federal (MPF-AC) está processando a dona da Fazenda Oeste, na cidade de Capixaba, interior do Acre, o arrendatário e um empregado da propriedade por danos causados a um geoglifo durante limpeza da área. Os danos foram descobertos em 2021, quando o órgão federal recebeu o laudo de uma vistoria.Contudo, os prejuízos foram causados no início dos anos 2000. A área chegou a ser embargada na época e os proprietários alertados sobre a situação, contudo, 'não demonstraram interesse em firmar acordo extrajudicial para solução dos danos', segundo o MPF.

A defesa dos acusados não foi localizada até a última atualização desta reportagem.

Os geoglifos são estruturas milenares escavadas no chão com formas geométricas que surpreendem pela precisão e são protegidos por lei federal. Apenas no Acre já foram descobertos mais de 800 sítios arqueológicos. O estado é o que tem mais número de geoglifos no país.

No ano passado, o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Acre (Faeac), Assuero Doca Veronez, um dos maiores pecuaristas do estado, também foi processado pelo MPF-AC por destruir geoglifos durante o processo de plantio de grãos na Fazenda Crixá II, também em Capixaba.Assuero afirmou, na época, que fez um acordo de não persecução penal com o MPF-AC e pagou a quantia de R$ 22 mil, além de admitir a participação no crime contra o patrimônio cultural, delimitou a área do geoglifo e se comprometeu a não fazer mais nenhuma atividade na região.

Diferente do pecuarista, conforme o MPF-AC, os proprietários da Fazenda Oeste não quiseram dialogar com o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e não aceitaram os termos do acordo proposto.

O laudo apresentado ao MPF-AC apontava valetas e muretas características de geoglifos na área conhecida como Ramal Capatará, no entanto, 'as áreas estruturais do sítio foram aradas e depositado solo dentro das valetas, ou seja, no momento do arado o solo foi aproveitado para nivelar o terreno, aterrando assim as valetas e mutilando as muretas das estruturas de terra'.

O MPF-AC chegou a enviar ao Iphan minuta de termo de ajustamento de conduta que não previa multa ou indenização, somente ações de mitigação e recuperação do que fosse possível na área. O instituto informou que não foi possível dialogar com os responsáveis para acertar os termos do acordo.Ação civil pública
Os geoglifos são reconhecidos e registrados pelo Iphan. Por conta disso, o MPF-AC ingressou com uma ação civil pública e pede a condenação dos responsáveis ao pagamento de mais de R$ 530 mil de indenização por dano material e danos morais coletivos.

Os valores devem ser 'revertidos a projetos de preservação do patrimônio histórico no Acre, desenvolvidos e apresentados pelo Iphan, na ocasião do cumprimento da sentença'.

Também é pedido na ação que os citados no processo cerquem a área do geoglifo de acordo com os termos definidos pelo Iphan e não façam mais nenhum plantio na área. Em caso de descumprimento, eles podem ser responsabilizados.

Na ação, o MPF pede que seja determinado, em caráter de urgência, que os responsáveis realizem o cercamento da área do geoglifo, nos termos a serem definidos previamente pelo Iphan, sob pena de multa diária por descumprimento, além de não realizarem qualquer atividade dentro da área do geoglifo sem a prévia anuência do instituto, também sob pena de multa

O órgão federal afirmou que parte da estrutura de terra do sítio arqueológico 'foi impactada por aragem e limpeza para plantação de soja, ocasionando a destruição/mutilação do geoglifo, com diversos fragmentos cerâmicos em superfície'.

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta quarta-feira (5) que o plano anunciado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de assumir o controle da Faixa de Gaza é "praticamente incompreensível".

Então, é uma coisa praticamente incompreensível para qualquer ser humano. As pessoas precisam parar de falar aquilo que lhe vem na cabeça. [...] Cada um governa o seu país e vamos deixar os outros países em paz.É por isso que nós defendemos a criação do Estado Palestino, igual o Estado de Israel, e estabelecer uma política de convivência harmônica, porque é disso que o mundo precisa. O mundo não precisa de arrogância, de frases de efeito. O mundo precisa de paz e tranquilidade", disse.Novo voo de repatriação
Lula também foi questionado, na entrevista às rádios mineiras, sobre a situação dos brasileiros deportados dos EUA. O presidente disse que um novo voo deve chegar na próxima sexta (7) e que o governo trabalhar para melhorar as condições de recepção dos grupos.Trump 'vive de bravata', diz Lula
Ainda no tema internacional, Lula foi questionado sobre as disputas comerciais e territoriais que Trump abriu com outros países desde a posse, em 20 de janeiro.
Lula afirmou que "os EUA também precisam do mundo" e que Trump terá de aprender a "conviver harmonicamente com Brasil, México, China".O presidente brasileiro voltou a afirmar ainda que, se Trump levar adiante a ideia de aumentar a taxação sobre produtos brasileiros, o Brasil adotará a reciprocidade – ou seja, também elevará suas tarifas.É o mínimo de decência, usar a lei da reciprocidade. Para nós, o que seria importante é os EUA baixar a taxação e nós baixarmos a taxação. Mas se ele ou qualquer país aumentar a taxação com o Brasil, nós iremos usar a reciprocidade. Iremos taxar eles também. É simples e é muito democrático."
"Os EUA estão se isolando do mundo. E isso não é importante, nem pra eles nem pro mundo. Como que a gente vai prescindir de um país do tamanho da China, da Índia, da Rússia, do México, dos países africanos? É preciso bom senso", concluiu.

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Após Trump, Argentina anuncia saída da OMS
Medida ocorre dias após Trump ter retirado financiamento dos EUA ao órgão de Saúde, vinculado à ONU. Retirada da OMS deve ocorrer por assinatura de decreto por Milei, segundo mídia argentina.
Por Redação g1

05/02/2025A Argentina se retirará da Organização Mundial da Saúde (OMS), anunciou o porta-voz presidencial Manuel Adorni nesta quarta-feira (5).A medida do governo argentino ocorre dias após o presidente dos EUA, Donald Trump, ter assinado uma ordem executiva no dia da posse determinando a retirada do país da OMS. Os EUA eram os principais financiadores do órgão internacional de Saúde, vinculado à ONU.

A saída da Argentina da OMS será oficializada por meio de um decreto que será assinado por Milei, segundo o jornal argentino "La Nación". A saída do organismo internacional é a primeira medida tomada pelo governo Milei, que pretende continuar nos próximos dias com sua retirada de outros espaços, segundo fontes do jornal argentino.

Ainda de acordo com o "La Nación", o argumento oficial utilizado pelo governo argentino é o custo de ser membro do organismo, estimado em cerca de US$ 10 milhões por ano (cerca de R$ 58 milhões). Além disso, acrescentaram que é preciso considerar os gastos com salário, diárias e assessores do representante argentino na entidade.

O governo argentino se aproximou do americano após Javier Milei ter assumido, em dezembro de 2023. Conservadores, Milei e Trump têm alinhamento ideológico e o argentino segue os passos de Trump.Fundada em 7 de abril de 1948, a OMS é uma agência especializada em saúde subordinada à ONU. Sua sede é em Genebra, na Suíça. A agência coordena esforços internacionais para controlar surtos de doenças e patrocina programas para prevenir e tratar enfermidades ao redor do mundo. A OMS conta com financiamento de diversos países do mundo para operar.Trump retirou EUA da OMS
No primeiro dia de seu segundo mandato, Trump ordenou que as agências federais pausassem "futuras transferências de fundos, apoio ou recursos do governo dos EUA para a OMS".

Depois, anunciou que os EUA estavam encerrando relações com a Organização Mundial da Saúde (OMS) e que vai realocar financiamento antes destinado ao órgão a outras iniciativas.Para Trump, a OMS foi "pressionada" pela China para dar "direcionamentos errados" ao mundo sobre o novo coronavírus, causador da Covid-19.

O líder republicano já havia ameaçado, em seu primeiro mandato, retirar os EUA da OMS, acusando a agência da ONU de ser influenciada pela China nos estágios iniciais da pandemia de Covid-19.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) lamentou a decisão e disse esperar que o país reconsidere a medida.

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