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Inspirado por Deus
Inspirado por Deus  
5 ans

A partida de Paulo para Roma
1 Quando ficou decidido que navegaríamos para a Itália, Paulo e alguns outros presos foram entregues a um centurião chamado Júlio, que pertencia ao Regimento Imperial.
2 Embarcamos num navio de Adramítio, que estava de partida para alguns lugares da província da Ásia, e saímos ao mar, estando conosco Aristarco, um macedônio de Tessalônica.
3 No dia seguinte, ancoramos em Sidom; e Júlio, num gesto de bondade para com Paulo, permitiu-lhe que fosse ao encontro dos seus amigos, para que estes suprissem as suas necessidades.
4 Quando partimos de lá, passamos ao norte de Chipre, porque os ventos nos eram contrários.
5 Tendo atravessado o mar aberto ao longo da Cilícia e da Panfília, ancoramos em Mirra, na Lícia.
6 Ali, o centurião encontrou um navio alexandrino que estava de partida para a Itália e nele nos fez embarcar.
7 Navegamos vagarosamente por muitos dias e tivemos dificuldade para chegar a Cnido. Não sendo possível prosseguir em nossa rota, devido aos ventos contrários, navegamos ao sul de Creta, defronte de Salmona.
8 Costeamos a ilha com dificuldade e chegamos a um lugar chamado Bons Portos, perto da cidade de Laseia.
9 Tínhamos perdido muito tempo, e agora a navegação se tornara perigosa, pois já havia passado o Jejum. Por isso Paulo os advertiu:
10 "Senhores, vejo que a nossa viagem será desastrosa e acarretará grande prejuízo para o navio, para a carga e também para a nossa vida".
11 Mas o centurião, em vez de ouvir o que Paulo falava, seguiu o conselho do piloto e do dono do navio.
12 Visto que o porto não era próprio para passar o inverno, a maioria decidiu que deveríamos continuar navegando, com a esperança de alcançar Fenice e ali passar o inverno. Este era um porto de Creta, que dava para sudoeste e noroeste.
A tempestade
13 Começando a soprar suavemente o vento sul, eles pensaram que haviam obtido o que desejavam; por isso levantaram âncoras e foram navegando ao longo da costa de Creta.
14 Pouco tempo depois, desencadeou-se da ilha um vento muito forte, chamado Nordeste.
15 O navio foi arrastado pela tempestade, sem poder resistir ao vento; assim, cessamos as manobras e ficamos à deriva.
16 Passando ao sul de uma pequena ilha chamada Clauda, foi com dificuldade que conseguimos recolher o barco salva-vidas.
17 Levantando-o, lançaram mão de todos os meios para reforçar o navio com cordas; e, temendo que ele encalhasse nos bancos de areia de Sirte, baixaram as velas e deixaram o navio à deriva.
18 No dia seguinte, sendo violentamente castigados pela tempestade, começaram a lançar fora a carga.
19 No terceiro dia, lançaram fora, com as próprias mãos, a armação do navio.
20 Não aparecendo nem sol nem estrelas por muitos dias e continuando a abater-se sobre nós grande tempestade, finalmente perdemos toda a esperança de salvamento.
21 Visto que os homens tinham passado muito tempo sem comer, Paulo levantou-se diante deles e disse: "Os senhores deviam ter aceitado o meu conselho de não partir de Creta, pois assim teriam evitado este dano e prejuízo.
22 Mas agora recomendo que tenham coragem, pois nenhum de vocês perderá a vida; apenas o navio será destruído.
23 Pois ontem à noite apareceu-me um anjo do Deus a quem pertenço e a quem adoro, dizendo-me:
24 'Paulo, não tenha medo. É preciso que você compareça perante César; Deus, por sua graça, deu-lhe a vida de todos os que estão navegando com você'.
25 Assim, tenham ânimo, senhores! Creio em Deus que acontecerá conforme me foi dito.
26 Devemos ser arrastados para alguma ilha".O naufrágio
27 Na décima quarta noite, ainda estávamos sendo levados de um lado para outro no mar Adriático, quando, por volta da meia-noite, os marinheiros imaginaram que estávamos próximos da terra.
28 Lançando a sonda, verificaram que a profundidade era de trinta e sete metros; pouco tempo depois, lançaram novamente a sonda e encontraram vinte e sete metros.
29 Temendo que fôssemos jogados contra as pedras, lançaram quatro âncoras da popa e faziam preces para que amanhecesse o dia.
30 Tentando escapar do navio, os marinheiros baixaram o barco salva-vidas ao mar, a pretexto de lançar âncoras da proa.
31 Então Paulo disse ao centurião e aos soldados: "Se estes homens não ficarem no navio, vocês não poderão salvar-se".
32 Com isso os soldados cortaram as cordas que prendiam o barco salva-vidas e o deixaram cair.
33 Pouco antes do amanhecer, Paulo insistia que todos se alimentassem, dizendo: "Hoje faz catorze dias que vocês têm estado em vigília constante, sem nada comer.
34 Agora eu os aconselho a comer algo, pois só assim poderão sobreviver. Nenhum de vocês perderá um fio de cabelo sequer".
35 Tendo dito isso, tomou pão e deu graças a Deus diante de todos. Então o partiu e começou a comer.
36 Todos se reanimaram e também comeram algo.
37 Estavam a bordo duzentas e setenta e seis pessoas.
38 Depois de terem comido até ficarem satisfeitos, aliviaram o peso do navio, atirando todo o trigo ao mar.
39 Quando amanheceu não reconheceram a terra, mas viram uma enseada com uma praia, para onde decidiram conduzir o navio, se fosse possível.
40 Cortando as âncoras, deixaram-nas no mar, desatando ao mesmo tempo as cordas que prendiam os lemes. Então, alçando a vela da proa ao vento, dirigiram-se para a praia.
41 Mas o navio encalhou num banco de areia, onde tocou o fundo. A proa encravou-se e ficou imóvel, e a popa foi quebrada pela violência das ondas.
42 Os soldados resolveram matar os presos para impedir que algum deles fugisse, jogando-se ao mar.
43 Mas o centurião queria poupar a vida de Paulo e os impediu de executar o plano. Então ordenou aos que sabiam nadar que se lançassem primeiro ao mar em direção à terra.
44 Os outros teriam que salvar-se em tábuas ou em pedaços do navio. Dessa forma, todos chegaram a salvo em terra.

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Inspirado por Deus
Inspirado por Deus  
5 ans

Na ilha de Malta
1 Uma vez em terra, descobrimos que a ilha se chamava Malta.
2 Os habitantes da ilha mostraram extraordinária bondade para conosco. Fizeram uma fogueira e receberam bem a todos nós, pois estava chovendo e fazia frio.
3 Paulo ajuntou um monte de gravetos; quando os colocava no fogo, uma víbora, fugindo do calor, prendeu-se à sua mão.
4 Quando os habitantes da ilha viram a cobra agarrada na mão de Paulo, disseram uns aos outros: "Certamente este homem é assassino, pois, tendo escapado do mar, a Justiça não lhe permite viver".
5 Mas Paulo, sacudindo a cobra no fogo, não sofreu mal nenhum.
6 Eles, porém, esperavam que ele começasse a inchar ou que caísse morto de repente, mas, tendo esperado muito tempo e vendo que nada de estranho lhe sucedia, mudaram de ideia e passaram a dizer que ele era um deus.
7 Próximo dali havia uma propriedade pertencente a Públio, o homem principal da ilha. Ele nos convidou a ficar em sua casa e, por três dias, bondosamente nos recebeu e nos hospedou.
8 Seu pai estava doente, acamado, sofrendo de febre e disenteria. Paulo entrou para vê-lo e, depois de orar, impôs-lhe as mãos e o curou.
9 Tendo acontecido isso, os outros doentes da ilha vieram e foram curados.
10 Eles nos prestaram muitas honras e, quando estávamos para embarcar, forneceram-nos os suprimentos de que necessitávamos.
Paulo em Roma
11 Passados três meses, embarcamos num navio que tinha passado o inverno na ilha; era um navio alexandrino, que tinha por emblema os deuses gêmeos Cástor e Pólux.
12 Aportando em Siracusa, ficamos ali três dias.
13 Dali partimos e chegamos a Régio. No dia seguinte, soprando o vento sul, prosseguimos, chegando a Potéoli no segundo dia.
14 Ali encontramos alguns irmãos que nos convidaram a passar uma semana com eles. E depois fomos para Roma.
15 Os irmãos dali tinham ouvido falar que estávamos chegando e vieram até a praça de Ápio e às Três Vendas para nos encontrar. Vendo-os, Paulo deu graças a Deus e sentiu-se encorajado.
16 Quando chegamos a Roma, Paulo recebeu permissão para morar por conta própria, sob a custódia de um soldado.
17 Três dias depois, ele convocou os líderes dos judeus. Quando estes se reuniram, Paulo lhes disse: "Meus irmãos, embora eu não tenha feito nada contra o nosso povo nem contra os costumes dos nossos antepassados, fui preso em Jerusalém e entregue aos romanos.
18 Eles me interrogaram e queriam me soltar, porque eu não era culpado de crime algum que merecesse pena de morte.
19 Todavia, tendo os judeus feito objeção, fui obrigado a apelar para César, não, porém, por ter alguma acusação contra o meu próprio povo.
20 Por essa razão pedi para vê-los e conversar com vocês. Por causa da esperança de Israel é que estou preso com estas algemas".
21 Eles responderam: "Não recebemos nenhuma carta da Judeia a seu respeito, e nenhum dos irmãos que vieram de lá relatou ou disse qualquer coisa de mal contra você.
22 Todavia, queremos ouvir de sua parte o que você pensa, pois sabemos que por todo lugar há gente falando contra esta seita".
23 Assim combinaram encontrar-se com Paulo em dia determinado, indo em grupo ainda mais numeroso ao lugar onde ele estava. Desde a manhã até a tarde ele lhes deu explicações e lhes testemunhou do Reino de Deus, procurando convencê-los a respeito de Jesus, com base na Lei de Moisés e nos Profetas.
24 Alguns foram convencidos pelo que ele dizia, mas outros não creram.
25 Discordaram entre si mesmos e começaram a ir embora, depois de Paulo ter feito esta declaração final: "Bem que o Espírito Santo falou aos seus antepassados, por meio do profeta Isaías:26 " 'Vá a este povo e diga:
Ainda que estejam sempre ouvindo,
vocês nunca entenderão;
ainda que estejam sempre vendo,
jamais perceberão.
27 Pois o coração deste povo
se tornou insensível;
de má vontade
ouviram com os ouvidos
e fecharam os olhos.
Se assim não fosse,
poderiam ver com os olhos,
ouvir com os ouvidos,
entender com o coração
e converter-se,
e eu os curaria'.
28 "Portanto, quero que saibam que esta salvação de Deus é enviada aos gentios; eles a ouvirão!"
29 Depois que ele disse isto, os judeus se retiraram, discutindo intensamente entre si.
30 Por dois anos inteiros Paulo permaneceu na casa que havia alugado e recebia a todos os que iam vê-lo.
31 Pregava o Reino de Deus e ensinava a respeito do Senhor Jesus Cristo, abertamente, sem impedimento algum.

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Maria Mãe da humanidade
Maria Mãe da humanidade
5 ans

HISTÓRIA DE NOSSA SENHORA RAINHA DA PAZ DE MEDJUGORJEO local

A cidadezinha de Medjugorje (pronuncia-se Mediugórie), da então Iugoslávia, onde hoje é a Bósnia-Herzegovina, fica no meio de montanhas rochosas. A população é constituída por famílias de camponeses de tradição católica e muito humildes, cuja vida social se resume às atividades paroquiais. O lugar ficou conhecido por todo o mundo a partir de 1981, quando começaram as mais longas aparições de Nossa Senhora na história da Igreja Católica.

A primeira aparição em Medjugorje

No dia 24 de junho de 1981, as jovens Miriana, de dezesseis anos e Ivanka, de quinze, estavam caminhando para suas casas, depois de um passeio no fim da tarde. Num dado momento, as meninas olharam para trás e viram a silhueta de uma mulher de pé em uma nuvem, que flutuava logo acima de um arbusto. Com o susto, desceram a montanha correndo gritando "é a Gospa!", que no dialeto deles significa Nossa Senhora.

A primeira mensagem de Nossa Senhora da Paz

No dia seguinte, Ivanka e Miriana retornaram ao lugar, seguidas por Jacó, Maria, Ivan e Vicka, e todos eles testemunharam a aparição de Nossa Senhora. Ela contou para Miriana sobre dez eventos que ocorreriam no futuro e pediu que ela contasse ao Padre Petar sobre esses eventos, para ele os revelasse três dias antes que eles acontecessem. Depois disso ela deixou sua primeira mensagem para o mundo: voltar para Deus através da conversão, fé, jejum, reconciliação oração, e, principalmente pela vida sacramental.

Terceiro dia da aparição

No terceiro dia consecutivo da aparição, Nossa Senhora estava chorando e repetindo: "Paz, paz, paz; entre Deus e a humanidade precisa haver paz novamente!". E disse ainda: "Se não houver a conversão, esperem sofrimento no futuro, porque a humanidade está preparando sua própria tragédia". Esta foi a razão pela qual ela foi intitulada como "Nossa Senhora Rainha da Paz". Dessa vez, havia mais de duas mil pessoas presentes. Elas viam as reações dos videntes, mas não viam a Virgem Maria. Continuaram ocorrendo as aparições de Nossa Senhora Rainha da Paz diariamente no mesmo horário, cada vez com mais peregrinos testemunhando.

Mais aparições

Certa vez, a aparição de Nossa Senhora da Paz aconteceu na igreja da paróquia, quando o sacerdote e vários fiéis estavam presentes. Depois, a Rainha da Paz apareceu na Montanha da Cruz, onde ficou por meia hora. Lá existe hoje em dia uma grande escultura de Nossa Senhora Rainha da Paz. Existem registros de um sinal que apareceu no céu em que letras douradas formavam a palavra “MIR”, que significa “PAZ”.

Os comunistas tentam impedir a veneração à Rainha da Paz

A cidadezinha começou a receber inúmeros romeiros de outros países. A Bósnia-Herzegovina, vivia sob o regime comunista naquela época. Por isso, as autoridades do governo tentaram impedir que a população manifestasse sua fé, mas não conseguiram. Principalmente porque a maior parte das pessoas presenciou manifestações de sinais nas estrelas, na lua e no sol, além de diversas curas de doentes e conversões de inúmeros de incrédulos e não cederam ao governo comunista.

A descrição da Rainha da Paz

Nossa Senhora Rainha da Paz de Medjugorje foi descrita pelos videntes, que testemunharam suas aparições, como uma mulher jovem não muito alta nem muito baixa, fisionomia serena, olhos azuis, cabelos pretos cobertos por um véu branco, pele branca e rosada, vestido cinza claro, com doze estrelas acima da cabeça e pés sobre uma nuvem.

As aparições ainda continuam

Mais de vinte anos depois, a Virgem continuava aparecendo diariamente aos videntes, alertando sobre a urgência da conversão, para que a paz reine no mundo. Atualmente ainda são recebidas mensagens, sempre no dia 25 de cada mês.

As opiniões da ciência e do Vaticano

Diversos cientistas já foram a Medjugorje onde fizeram testes usando vários aparelhos nucleares avançados, e mesmo assim não conseguiram encontrar explicações científicas para as aparições. O Vaticano também atua com várias Comissões de Bispos encarregadas de seguir e registr

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Maria Mãe da humanidade
Maria Mãe da humanidade
5 ans

Oração a Nossa Senhora Rainha da Paz

“Ó Maria, doce Mãe de Jesus Cristo “Príncipe da Paz”, eis a Vossos pés Vossos filhos tristes,

perturbados e cheios de confusão, pois afastou-se de nós a paz pelos nossos pecados. Intercedei por nós, para que gozemos a paz com Deus e nosso próximo, por Vosso Filho Jesus Cristo. Ninguém pode dá-la, senão esse Jesus que recebemos de Vossas mãos. Quando nasceu em Belém, os anjos nos anunciaram a paz. Quando Ele abandonou-a no mundo, prometeu e deixou-a como Sua herança. Vós, ó Rainha da Paz, estabelecei entre nós o reino e reinai com Vosso filho no meio do Vosso povo, que cheio de confiança se recomenda a Vossa proteção. Afastai para longe de nós os sentimentos de amor próprio, expulsai de nós o espírito de inveja, maldição, de discórdia. Fazei-nos humildes na fortuna, fortes nos sofrimentos, em paciência e caridade, firmes e confiantes na divina providência. Abençoai-nos, dirigindo os nossos passos no caminho da paz,

da união e mútua caridade, para que, formando aqui a Vossa família, possamos no céu bendizer-Vos e a Vosso divino filho, por toda a eternidade. Assim seja. Amém.”

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5 ans

Encaminhamento de portas: o que é e como configurá-lo | #[43]

Encaminhamento de portas: o que é e como configurá-lo
Science et technologie

Encaminhamento de portas: o que é e como configurá-lo

O encaminhamento de porta pode ser uma ferramenta poderosa para desbloquear novas funções em seu roteador, mas também pode abrir vulnerabilidades de segurança graves.
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Seu iPhone substituirá seu passaporte ou carteira de identidade? | #[43]

Seu iPhone substituirá seu passaporte ou carteira de identidade?
Science et technologie

Seu iPhone substituirá seu passaporte ou carteira de identidade?

Dependendo de onde você mora, em breve você poderá armazenar sua carteira de motorista ou identidade estadual no iPhone - e carregar o dispositivo será tão bom quanto ter um cartão físico com você.
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debby
debby
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debby
debby
5 ans

Desconsidera o que passou. Põe teu olhar no que será.

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Aimer
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