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Maria Mãe da humanidade
Maria Mãe da humanidade
4 anos

NOSSA SENHORA EM UMBE - APARIÇÕES NA ESPANHAAssim como Lourdes ( 1858 ) e em Fátima ( 1917 ) , estas aparições de Nossa Senhora em Umbe (1941 ) cada vez mais vão se tornando conhecidas entre os católicos do mundo .

No Alto de Umbe , por um pequeno caminho , entramos numa extensa propriedade florestal , em tranqüilo e sereno bosque de pinheiros e eucaliptos . Chega-se ao poço que recolhe a água abençoada pela Santíssima Virgem .


Nossa Senhora em Umbe

A uns 50 metros, uma vereda por onde a própria Nossa Senhora um dia caminhou, leva-nos a uma pequena esplanada , diante da casa de campo, em que viveu a família da vidente, Felisia Sistiaga . A este lugar acorrem os peregrinos de todo o mundo, para rezar o Rosário , na Casa da Virgem. No quarto em que, pela primeira vez, apareceu Nossa Senhora, entronizou-se, em 2 de setembro de 1978, depois de uma procissão, a imagem da Virgem Pura Dolorosa, magistralmente talhada em madeira e vestida com manto de veludo preto, para cumprimento de um dos seus desejos .
Mensagens de Nossa Senhora em Umbe:
25 de março de 1941Às 12 horas da noite, Felisia, sentada na cozinha de sua casa, um grande esplendor que desce do alto . A um canto, vê Nossa Senhora, de joelhos, com uma vela acesa de cada lado, vestida de Dolorosa ; aparenta uns 18 anos, é belíssima e sorri. Felisia ficou maravilhada e entusiasmada . A Virgem não lhe falou e desapareceu em seguida .
23 de Maio de 1969
Ao passar pelo poço, a caminho de sua casa, novamente lhe apareceu a Virgem e lhe disse : " Estais em Minha casa, quero que ma deixeis ". Assim o fizeram. Desde muitos anos que ali se reza o Rosário .
20 de Julho de 1969
Numa sala da casa, Felisia, contempla, rodeada por uma grande luz, A Santíssima Virgem. Diz–lhe: " No primeiro dia em que Eu vim salvar-te, desci primeiramente ao poço ; esta água ficará abençoada hoje para sempre e curará os doentes e sãos que com ela lavarem a cara e os pés . Quero que aqui se erga uma capela "
Lavando-se com a água , seu marido se curou de uma doença incurável
9 de Setembro de 1969
Ás 10 horas da noite, a família Sistiaga encontrava-se junto ao poço, quando um Anjo , mensageiro de Nossa Senhora, lhes apareceu, entregando-lhe um pedaço de veludo preto, como amostra daquele como deveriam revestir a imagem da Virgem. Felisa viu o anjo; e a sua família, uns esplendores vivíssimos, como também parte do Anjo, ouvindo simultaneamente cânti

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Maria Mãe da humanidade
Maria Mãe da humanidade
4 anos

MARIA ESTRELA DA MANHÃ
Na Ladainha que rezamos a Nossa Senhora, a Igreja lhe dá o belo título de Estrela da manhã. Maria é aquela estrela que brilha muito, muito, e permanece a noite toda brilhando, e pela manhã o seu brilho ainda é mais intenso, e só desaparece quando nasce o sol.
João, o Evangelista, o filho que Maria gerou nas dores da cruz, no seu livro do Apocalipse, nos diz que Jesus é a Estrela brilhante da manhã, e, realmente, da maneira que Jesus é o sol, a estrela que brilha todas as manhãs e que ilumina o nosso dia, Maria é a estrela matutina, aquela estrela que aparece assim que o sol se põe no horizonte, e passa a noite toda refletindo para o mundo a luz do sol.
Jesus, como Deus, tem luz própria; Maria reflete a luz de Jesus e não nos deixa na escuridão da noite, servindo-se como estrela guia. Jesus é o nosso sol de fulgurante beleza; Maria é a nossa estrela que nos reflete a luz do solo. Deviam dizer de Jesus, como dizemos ainda em nossos dias: - “ele é o retrato da mãe”. Assim como Jesus, fisicamente, parecia com sua mãe, também Maria se parecia e se parece com Jesus no plano espiritual.
E como Maria quer que nós, seus filhos, nos pareçamos também com o seu filho Jesus. O profeta Daniel diz que luziremos “como estrelas com um perpétuo resplendor”, e isso seremos, com certeza, se nos esforçarmos para sermos discípulos do filho de Maria, porque, se assim formos seremos “introduzidos nos caminhos da justiça.” (Dan 12, 3).Mas, os caminhos que nos propusermos seguir, seguindo as pegadas de Jesus, o filho de Maria, serão caminhos difíceis, como foram os caminhos de Jesus e Maria.
Então, quando o dia escurece, a noite é escura, e o mar se encrespa, São Bernardo nos orienta para olhar a Estrela e invocar Maria. São Bernardo nos diz que devemos chamar por Maria quando os ventos das tentações se levantam, quando as tribulações, as ondas do orgulho, da ambição e da inveja, da cólera, das seduções da carne ameaçam de naufrágio a barquinha de nossa existência.
São Bernardo nos aconselha para invocarmos Maria na tristeza e no desespero. Sim, Maria é a Estrela do Mar; é a estrela pela qual se guiam os navegantes e que indica o nosso norte, que só pode ser Jesus. Que brilho intenso e que fogo maravilhoso o Espírito Santo pôs em Maria por ser ela a Mãe do Filho de Deus. No entanto, o caminho de Maria nem sempre foi luz; houve escuridão, como também acontece conosco, mas, acima de tudo, o caminho de Maria foi um caminho de fé. Houve o canto dos Anjos quando do nascimento de Jesus na gruta de Belém, mas isso passou como um relâmpago.
Houve a estrela dos magos que também passou como um meteoro.
Mas, Maria nada perdeu, “e guardava tudo isso e meditava-o em seu coração.” (Lc 2, 16). No caminho de Maria houve momento de sombra, de sombra, sim, mas nunca de dúvidas.
Ficaram também no coração de Maria os lampejos de divindade que, de vez em quando, deviam transparecer nos olhos e nas palavras de Jesus.
Jesus era a Estrela de Maria. Jesus foi a Estrela de Maria, e Maria é a nossa estrela, e devemos seguir os conselhos de São Bernardo que nos incentiva a termos os olhos voltados para esse estrela, e sempre invocarmos Maria nas nossas necessidades.Maria é a estrela que ilumina, com a luz de Jesus Cristo, os obscuros caminhos da nossa existência. Quando o mundo estava mergulhado nas trevas, o Criador nos deu a luz para o mundo. Quando os magos procuravam encontrar o Menino Jesus que acabara de nascer, o Senhor coloca nos céus uma estrela para os guiar até onde estava Jesus Menino no colo de sua mãe. Assim aconteceu com os magos, assim aconteceu com os pastores.
Maria é a estrela que nos conduz a todos até onde está Jesus.

Como sois bela, Maria. Como vos amamos. Como agradecemos aos Senhor Nosso Deus por nos ter dado uma mãe tão pura, tão bela, tão santa. E, neste momento de Maria, todos nós que estamos aqui, falando e ouvindo das maravilhas que o Senhor Nosso Deus fez em vós, queremos renovar o nosso amor por vós, que sois a nossa estrela guia, a estrela que nos leva até Jesus, a estrela, que mais do que nos levar até onde está Jesus, nos deu Jesus, a luz do mundo.
Diácono Milton Restivo às 06:13

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4 anos

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4 anos

Nossa Senhora Grande de Treviso ou Santa Maria Maior de Treviso

04 de janeiro

Treviso é uma cidade da região de Veneza, a noroeste da Itália.

A devoção mariana nasceu muito cedo no coração das populações venezianas. O anúncio do Evangelho foi reforçado por São Prosdócimo, discípulo de São Pedro que assistia a cidade de Treviso como primeiro Bispo de Padova e de Riete, no século II.

O povo trevisano prestava culto à deusa maior egípcia, Ísis.

O altar sagrado pagão deu lugar a um pequeno templo mariano no século VIII, que se tornou no atual Santuário de Nossa Senhora Grande, ou Santa Maria Maior.

Entre os séculos XI e XV, quando a então República de Veneza era considerada uma potência marítima, governada pelas famílias mais influentes da nobreza local, como a dos Emiliano.

Em 1486, no seio desta família nasceu o menino Jerônimo, em 1511 acabou prisioneiro nos cárceres do exército da Liga Cambrai que lutava para destruir a poderosa Veneza.

No cativeiro pediu à Nossa Senhora Grande para ajuda-lo a sair daquela situação, e lhe prometeu rezar a seus pés, no Santuário de Treviso.

Na manhã do dia 27 de setembro de 1511 Jerônimo Emiliano estava livre prodigiosamente e foi humildemente cumprir sua promessa à Mãe Maria. Voltou para a sua cidade natal e distribuiu sua fortuna aos necessitados, se dedicando à formação das crianças órfãs pobres e a cuidar dos doentes.

Fundou a Ordem dos Clérigos Regulares na cidade italiana de Somasco, mais conhecidos como 'padres somascos', que têm especial devoção por Nossa Senhora Grande de Treviso.

A fama desta milagrosa imagem de Maria se difundiu entre os cristãos. O seu Santuário se tornou meta constante de peregrinações, mais intensas no dia 04 de janeiro, quando é celebrada sua festa.

Fonte: Paulinas

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Maria Mãe da humanidade
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4 anos

21/9 é dia de comemorar
Nossa Senhora do Pantanal

Em seu título e sua origem, Nossa Senhora do Pantanal traz uma das regiões mais ricas em água, minerais e vida de toda a América: entre o Brasil, a Bolívia e o Paraguai temos o Pantanal, com seus majestosos 250 mil quilômetros quadrados de extensão, que possui um bioma singular dentre os existentes no planeta Terra, uma savana estépica alagada. E em lugar tão lindo e rico, surgiu uma devoção que acabou se tornando o título oficial da Nossa Senhora do Pantanal.

Na cidade de Corumbá, interior do Estado do Mato Grosso do Sul, no ano de 2001, o título foi oficializado pelo Bispo de Corumbá, Dom Milton Santos. A santa feita pela artesã Ida Santos da Casa de Massa Barro tornou-se a Santa protetora do Pantanal. Como relata Muller (2006), Dom Milton Santos, Bispo-Diocesano em documento datado de 21 de setembro de 2001, em comemoração aos duzentos e vinte e três anos da cidade de Corumbá, reconheceu a Santa como mãe de Jesus e mãe de todos nós, Virgem Maria.modelo se assemelha ao de Nossa Senhora Aparecida, entretanto seus traços e particularidades remetem ao horizonte pantaneiro. "A Santa de beleza única, foi sendo moldada pelo barro e pelas mãos de sua idealizadora, com feições finas, manto e coroa bordados com folhas e flores de camalotes, entre eles, três botões de flores que simbolizam a Santíssima Trindade: o Pai, a Mãe e o Espírito Santo. Tendo aos seus pés, entre os camalotes, as sandálias do Frei Mariano, uma lenda local."

Hoje, graças à devoção do povo mato-grossense e a figuras ilustres como o compositor Sandro Nemir e o musicista Aurélio Miranda, o título mariano possui oração e hino. Confira abaixo o hino à Nossa Senhora do Pantanal:

“Nossa Senhora do Pantanal, virgem santíssima, mãe de Jesus! Protegei.... Os pescadores, e os pantaneiros, na procissão de um povo missioneiro, com a vossa bênção de amor e paz! Vossos filhos... que navegam em águas do Rio Paraguai: herdeiros dos sonhos dos seus ancestrais. Do sonho...a ponte da ponte a vitória, e o progresso se faz. Exalto... A beleza da mãe natureza sob um céu azul. Nobre santuário, de riquezas mil, chão do meu Brasil, Mato Grosso do Sul! O meu coração é Sul-Mato-Grossense! Eu sou pantaneiro, sou corumbaense, devoto de Nossa Senhora do Pantanal, sou da Terra Branca, Linda Corumbá, nosso cartão postal! Nossa Senhora do Pantanal, imaculada, rogai por nós! Acolhei todas as preces dos peregrinos, olhai... A fauna e flora, e o destino dos que vos louvam, cada vez mais, bendita seja, vossa imagem pura pelos aguaçais, lá da ribeirinha do Rio Paraguai! Bendito...é o futuro de paz e esperança, desse amor que nos traz.”

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4 anos

O guia completo para iniciantes em programação dinâmica | #[43]

O guia completo para iniciantes em programação dinâmica
Ciência e Tecnologia

O guia completo para iniciantes em programação dinâmica

A programação dinâmica não é sobre padrões de projeto; é uma maneira de pensar que decompõe um problema em componentes individuais.
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Maria Mãe da humanidade
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4 anos

Mãe da Divina Graça.

Maria merece este título, não só pelo fato de ter gerado neste mundo o Autor da Graça, mas porque se preocupa de mantê-la viva em cada um de nós, por meio de Jesus Cristo. Ela é Mãe da Divina Graça sobretudo porque a mereceu verdadeiramente e a dispensa aos demais filhos que Ela gerou em Jesus. Maria, é de fato, Corredentora do gênero humano, inseparável de Jesus na promessa e no cumprimento dos santos mistérios que esta graça nos obtém.

A Ela podemos aplicar justamente as palavra da Sagrada Escritura: “Adeamus ad tronum gratiae – Aproximemo-nos ao trono da graça” (Hb 4,16); “In me gratia omnis – Em mim está toda a graça” (Sr 24,25) e de modo especial o “Gratia plena – Cheia de Graça” (Lc 1,28).

Por isso na sequência das Ladainhas Lauretanas, após a invocação de Mãe de Cristo, a invocamos agora como Mãe da Divina Graça uma vez que a maternidade espiritual da Virgem Maria é uma consequência de Sua maternidade corporal: Maria, que em Jesus teve o Autor da Redenção, com Jesus aplica-nos os efeitos; uma vez que ao gerar a cabeça, gerou também os membros.O título de Mãe da Divina Graça nos lembra seus atributos de Corredentora, de Cooperadora e de Medianeira das graças: objetos imperativos da mariologia. Aqui, por falta de espaço e não sendo nosso propósito escrever um tratado de mariologia, nos limitamos a sintetizar tais atributos desta forma: como Medianeira universal de todas as graças, no âmbito católico, expresso também pelo magistério pontifício e outros documentos litúrgicos, a missão é atribuída claramente a Maria no fato de interceder junto de Deus e na distribuição a todos os homens todo tipo de graça, aquelas temporais e aquelas da salvação eterna

Isto quer dizer que Maria, desempenha uma “função salvífica subordinada”, é “causa mediada” da graça, enquanto só “Cristo é o único Mediador entre Deus e o homem” (1Tm 2,5-6). Por conseguinte, a função materna de Nossa Senhora não diminui ou ofusca a mediação de Cristo, que permanece única, mas nos mostra a eficácia junto aos homens.Não podemos esquecer que Deus, autor de todo o bem, da vida e da graça, fonte eterna de misericórdia, quis assumir em Maria um Corpo humano a fim de permitir a todos o retorno ao Pai, o perdão dos pecados, a libertação da escravidão e as alegrias de uma filiação divina. Ora, Jesus, por ser a graça personificada de Deus oferecida ao mundo para gerar salvação e vida eterna, tornando-se “filho do homem” no seio virginal de Maria, fez dela a Mãe de Deus, a Mãe da divina graça.

Desta forma devemos afirmar que a Graça é o dom de Deus, que contém todos os dons, na doação de seu Filho Jesus. Jesus é o dom de Deus que brotou da generosidade do Doador (o Pai), e envolve nesta generosidade, todos aqueles que o recebem. Deus dá gratuitamente o seu Dom, e a criatura que o recebe fica inundada de graça e felicidade. A palavra “Graça” significa, ao mesmo tempo, a origem do Dom, e o efeito do mesmo Dom. A pessoa que o recebe fica cheia da graça.

Na saudação do anjo, Maria foi reconhecida “cheia de graça” com todas as condições de gerar a Graça de Deus sobre a terra.

Vito Nunziante – Presidente da Região Norte (Federação do Rio de Janeiro)

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4 anos

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4 anos

VIRGEM MARIA, MÃE DA EUCARISTIA

Na vivência cotidiana da fé e da santidade, somos convocados a adorar, em plenitude, ou seja, em espírito e verdade, o Nosso Senhor Jesus Cristo que Se faz presente no sacramento da Eucaristia com Seu Corpo, Sangue, Alma e Divindade. Melhorar a qualidade das nossas adorações é um desafio diário e, por isso, se queremos concretizar esse objetivo, devemos olhar para Nossa Senhora e, junto dela, aprender a viver como fiéis discípulos de Cristo.

Em nossas orações, dirigimo-nos a Nossa Senhora utilizando inúmeros títulos, mas de modo especial, nos sacrários, ou diante do Altar do Senhor, devemos recorrer a Virgem Santa Maria, chamando-a de “Mulher Eucarística”, “Mãe da Eucaristia” ou, ainda, “Nossa Senhora do Santíssimo Sacramento”.

A Virgem Maria é para nós um admirável modelo de santidade, pois em tudo Ela cumpriu a vontade do Altíssimo. Olhando para Maria, devemos perceber que Ela mantém uma ligação direta com o mistério eucarístico. “A orientação eucarística de Maria deriva de sua atitude interior que marca toda a sua vida, mais do que da participação ativa no momento da instituição do sacramento. A sua existência, que tem um profundo sentido eclesial, assume também esta nota eucarística. Maria viveu em espírito eucarístico, ainda antes deste sacramento ser instituído, pelo fato de ter oferecido o seu seio virginal à encarnação do Verbo de Deus. Durante nove meses, Ela foi o tabernáculo vivo de Deus. Depois, realizou um gesto eucarístico e, ao mesmo tempo, eclesial, quando apresentou o Menino Jesus aos pastores, aos magos e ao Sumo Sacerdote no Templo, enquanto oferecia o Fruto bendito do seu seio ao Povo de Deus e também aos gentios, para que O adorassem e O reconhecessem como Messias”. (Instrumentum Laboris, 77).

Em toda Santa Missa, em especial no momento da consagração, Nossa Senhora também nos diz: “Não hesiteis, confiai na palavra de meu Filho. Se Ele pôde mudar a água em vinho, também é capaz de fazer do pão e do vinho o Seu Corpo e Sangue, entregando aos crentes, neste mistério, o memorial vivo da Sua Páscoa e tornando-se assim pão da vida”. (São João Paulo II, Ecclesia de Eucharistia, 54).

A Virgem Maria, a Nossa Senhora do Santíssimo Sacramento, com seus gestos de Mãe, nos conduz à vivência eucarística. Ela nos admoesta a viver a fé, a caridade e a plena confiança em nosso Redentor. Diante do Sacrário, Nossa Senhora está constantemente de joelhos, intercedendo por todos nós e, por isso, em Maria, descobrimos o modelo dos adoradores de Jesus e as virtudes essenciais que devemos concretizar no itinerário da caridade. Em adoração, supliquemos: “Engravidem-se nossos corações pela fé de Cristo. A Virgem deu à luz o Salvador. Que nossas almas gerem a salvação e entoem louvores. Não sejamos estéreis. Sejam nossas almas fecundas para Deus!” (Santo Agostinho, Sermão 189).A Eucaristia faz brotar em nossas almas o compromisso de servir ao Reino de Deus. A Eucaristia faz despertar em nosso ser a convicção de que devemos conduzir nosso próximo em direção aos sacramentos da iniciação cristã, para que eles sejam também adoradores do Cristo Eucarístico.

Ao lado da Virgem Maria, participando da escola de Maria, nós vislumbramos que a Eucaristia é o Sacramento dos sacramentos, o Sublime Sacramento e o Manancial da vida eterna. É na escola de Maria que adquirimos a noção do valor do silêncio que devemos cultivar nas celebrações, nas adorações e na ação de graças. Em silêncio, podemos escutar a voz da Mãe da Eucaristia nos ensinando: “Nenhum outro sacramento é mais salutar do que este; nele os pecados são destruídos, crescem as virtudes e a alma é plenamente saciada de todos os dons espirituais”. (São Tomás de Aquino).

A Eucaristia faz irradiar em nossas mentes a percepção de que, assim como Maria, a Mãe da Eucaristia, devemos proclamar, com nossa vida, as maravilhas do Senhor. “Se o Magnificat exprime a espiritualidade de Maria, nada melhor do que esta espiritualidade para nos ajudar a viver o mistério eucarístico. Recebemos o dom da Eucaristia para que a nossa vida, à semelhança da de Maria, seja toda ela um magnificat!” (São João Paulo II, Ecclesia de Eucharistia, 58).

Nos momentos da oração do Rosário, do Terço e, principalmente, nos momentos que antecedem a Comunhão, digamos à nossa bondosa Mãe, em súplice oração: Doce mãe Maria, Nossa Senhora do Santíssimo Sacramento, “acompanhai-me agora ao encontro do vosso Filho, porque desejo ardentemente receber o sacrossanto Corpo e Sangue deste mesmo vosso Filho, sob o vosso manto, para minha salvação; mas, como sou indigno demais para isto, rogo-vos que, por vosso intermédio, obtenha acesso ao vosso Filho, ó descobridora da graça, geradora da vida, Mãe da Salvação, para que, ornado com os vossos méritos e ajudado pelos vossos sufrágios, me faça participante do Seu Corpo e Sangue”.(Oração de Santa Gertrudes).Que a participação no Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo seja para nós uma fecunda fonte de graças, para que saibamos viver uma sólida piedade eucarística que nos faça sacrários vivos de Deus. Juntos de Maria, a Mãe da Eucaristia, nós seremos, sempre mais, sacrários vivos de Deus, amantes da Eucaristia, ousados discípulos missionários de Jesus, pois o Sublime Sacramento é Fonte de caridade e de misericórdia.

Virgem Santa Maria, Nossa Senhora do Santíssimo Sacramento, aumentai a nossa fé eucarística, a fim de que possamos permanecer firmes na comunhão com o Cristo vivo e ressuscitado. Obrigado, Mãe da Eucaristia, por nos acompanhar em nossa vivência eucarística! Obrigado, Mulher Eucarística, pelo seu sim e pela sua intercessão, pois sabemos que “quão feliz sentir-se-á Jesus encontrando em nós a imagem e a reprodução de Sua Mãe amabilíssima”. (São Pedro Julião Eymard, Flores da Eucaristia, página 174). Virgem Santa Maria, Mãe da Eucaristia, rogai por nós e ajudai-nos a testemunhar os sinais da Comunhão na vida da Igreja!

ALOÍSIO PARREIRAS

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